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É difícil dizer adeus pro passado

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Processed with VSCOcam with 5 presetTalvez eu encontre você no final de uma segunda-feira nublada, na volta pra casa, meio cansada e mal-humorada, enquanto tento entender por que a vida não pode ser feita de sextas. E talvez você sorria, sincero, porque tudo já vai ter passado, como sempre passa.

Talvez eu não me lembre direito por que você deixou de fazer sentido pra mim. E talvez você, ali, naqueles poucos segundos em que nossos olhares vão se encontrar, se questione por que raios foi que a gente não deu certo. Por que foi que o nosso amor não vingou.

Quem sabe eu fique amiga de um de seus colegas de trabalho. E saiba por ele que você ainda pergunta sobre mim de vez em quando. Porque, apesar de tudo o que foi gritado, você ainda lembra que curtiu muito os dias comigo. E é normal a gente querer saber se quem um dia a gente amou anda feliz, anda bem, se tá vivo. Talvez eu também arranje coragem pra contar pra ele que, entre o ódio e o desprezo que eu senti, sobrou também um tiquinho de carinho.

Pode ser que a gente se esbarre no aeroporto de Guarulhos. Eu indo pro Rio e você voltando de lá. E aí talvez a gente perceba que nosso problema não foi sermos “as pessoas erradas”, foi só falta de timing. Eu tava sempre indo e você já tinha voltado. Eu ainda tava te amando e pra você já tinha acabado.

Talvez bata uma saudade louca no final do seu próximo relacionamento. E talvez eu tenha vontade de te ligar no dia do seu aniversário. Quem sabe até eu não ligo. Não é pra pedir pra voltar, eu juro. Talvez eu apenas te deseje um futuro feliz.

Pode ser que, entre meia-noite e uma da manhã, você feche os olhos e se lembre de mim. E talvez doa (também dói por aqui) ou talvez você só sorria (é bom saber que a gente viveu tudo aquilo, não é?). Porque, talvez, lembrando de mim como eu me lembrei de você pra escrever isto aqui, a gente descubra que alguns amores marcam e ficam. Ainda que acabem. Como o nosso ficou.

Fonte: Entre Todas As Coisas

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Como provocar nas mulheres orgasmos molhados ?

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Be water, my friend. 

Bruce Lee

Esqueça tudo que você já leu/ouviu sobre squirt, a ejaculação feminina. Vou ser direto: squirtexiste, não é nenhum bicho de sete cabeças e não, não é o que você assiste nos filmes pornô.

Essa arte, por assim dizer, desejada pelas mulheres e mitificada pelos homens, funciona como receita de bolo. Precisa de ingredientes na medida certa – dedos, por exemplo – e o principal: tempo para deixar a massa crescer. Você, caro amigo desbravador das pepecas de Vera Cruz, não vai conseguir fazer sua parceira ter squirt de primeira; você, mocinha chegada numa siririca diária, não vai conseguir ter squirt de primeira.

É preciso tempo para conseguir o ponto certo.

Sem mais delongas, vamos lá:

Não sou nenhum expert nessa área, mas já fiz várias mocinhas felizes terem squirts algumas vezes. E todas elas seguiram o mesmo protocolo, então é a minha receita de sucesso. E… bem, se funcionou comigo, que não sou nenhum Rocco Siffredi da vida, acho que funciona com qualquer mortal.

Passo 1: Oral

Sim, você já leu mil vezes que oral é bom, que oral é maneiro, etc. Sim, e dificilmente ela vai ter um squirt sem sexo oral. Chupe com vontade. Boceta é bom. Boceta tem gosto bom. Boceta é para cair de boca como se fosse sua última refeição.


Passo 2: Orgasmos

É aqui que entra a parte do “deixar a massa crescer”. Quanto mais a mocinha gozar, mais ela vai ficar molhada e com tesão. Não se comprometa a provocar de imediato aquele orgasmo arrasador – o squirt é isso. Dê ela com doses homeopáticas. Uma gozadinha ali, abraços, outra fodinha, outra gozada, e assim vai.

Passo 3: Dedos

Quando você sentir que ela já gozou umas três vezes e quer mais, parte pro abraço, digo, use os dedos. Comece com um, só pra ver como tá a situação lá dentro. Aumente. Dois, três… o que ela aguentar. Se a moça curtir (e somente se), enfie um dedo no cu dela para estimular. Ah, e chupe os peitos dela se a posição permitir. Quanto mais estimulação melhor.

Passo 4: Ponto G

Sim, ele existe. E, quando estimulado, faz a mocinha ir à lua. Você vai conseguir. Agora que seus dedinhos já tão lá dentro, nadando naquela piscina maravilhosa, tente sentir um tecido enrugadinho logo nos primeiros centímetros da entrada, na parede de cima da vagina. É ali. Deixe um dedo ali e os outros mais pra dentro.


Passo 5: O squirt

Agora é a hora, campeão. Pegue a menina de surpresa naquela dedação toda – com todo o cuidado e jeitinho possível pra não machucar a pepeca dela – e bem rápido você a masturba. Eu disse rápido, não forte. Be water, my friend. O squirt nada mais é do que um orgasmo tão intenso que a lubrificação não fica presa à parede vaginal e escorre ou jorra – em qualquer um dos casos, você conseguiu o squirt. Observe bem: ela vai fazer caretas, vai urrar, e você não para. Normalmente é ela quem manda você parar. E aí você para. Mas enquanto isso não rola, continue. Vá até o fim. Observe sua barriga ficar molhada de tão forte que ela tá gozando.

Passo 6: Calma

Parabéns! Você – espero eu – conseguiu o squirt. Agora deixa a menina na dela, não fique muito em cima, tampouco se vangloriando para ela. Se você fez tudo certo, sua parceira gozou tanto que o cérebro deu uma mini atrofiada transitória, ou seja, ela não vai te dar um décimo de atenção. Aproveite para fazer qualquer coisa menos encher o saco. Quando tiver tudo bem de novo ela vai te chamar e aí vocês ficam naquela fofurinha toda. Dica: é altamente recomendávelnão tentar trepar de novo após o squirt. A parada é realmente forte, tipo aquela bronha múltipla que você fazia com aquela Playboy escrota do teu pai que você adorava.

Esse guia funciona – como eu disse, já rolaram algumas vezes, ou seja, o suficiente pra esse que vos escreve se garantir. Mas como eu também disse, não vai rolar de primeira. É bem capaz que demore um pouquinho, cada mulher é diferente da outra, mas, se você persistir e tal, consegue. E consegue muito bem.

Manja aquele papo de taxista: conheça o seu carro e o motor dele? Então.

Bons squirts, jovens.

Fonte: Blog da Lasciva

Fichamento: do livro “Conversando com Deus”

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Há um tempinho atrás eu comprei o livro Conversando com Deus e até postei no “Instagram da semana” aqui no blog, mas faltava fazer a resenha dele, então cá estou eu!

Na verdade eu comprei a coleção inteira que são 3 livros, mas como não li os outros dois ainda, então vou falar somente do volume I.

Classifico este livro como um diálogo mesmo, uma auto-ajuda onde o autor cita os principais problemas que afligem a humanidade. Não existe o certo ou o errado. Ele quer passar a mensagem de que é preciso ouvir o seu coração e usar o seu livre arbítrio em cada momento. E que você não deve delegar suas decisões para outras pessoas, afinal você é o responsável por tudo na sua vida.

Mas eu recomendo este livro apenas para as pessoas que estiverem “prontas” para lê-lo, aquelas que estão livres de paradigmas impostos por igrejas, religiões e sociedade. Quem for muito devoto de alguma religião, é melhor nem ler.

O autor colocou no livro os diálogos que teve com Deus, então há de se ter muita cautela ao ler, pois uma pessoa em desespero ou com pouco conhecimento religioso e filosófico pode levar ao pé-da-letra e fazer interpretações erradas.

Alguns trechos do livro achei um pouco exagerados, mas o conteúdo em si, se bem interpretado é bom e verdadeiro.

A mensagem que norteia o livro segue a mesma do livro O Segredo (na capa está até escrito “Neale Donald Walsch, O professor de O Segredo), onde o que vale é acreditar que o nosso pedido a Deus já foi realizado, assim o universo se movimenta e conspira a nosso favor.

Essa trilogia Conversando com Deus se transformou em um fenômeno internacional: foi traduzido para 37 idiomas, vendeu 7,5 milhões de exemplares e ficou mais de 90 semanas na lista dos mais vendidos do The New York Times.

Eu recomendo a leitura, mas como falei, faça-a com a mente aberta e ignore as partes exageradas.
Se no volume II e III tiver muita diferença, eu volto depois aqui e conto pra vocês!

Fonte: Blog Comprando Meu Apê

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Garotão Nacional – a música do Aécio Neves feita pelo Skank

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Garotão Nacional (Samuel Rosa / Chico Amaral / Baixista com cara de vizinha lésbica)

Aqui nesse aeroporto fechado ele é incrível

Seu tio mora por lá e é irremovível

Ele detesta esse assunto, mas pensando bem

Ele fecha um camarote como ninguém, uh

Sensual, al, al

Cinquentão sensual

Pago um pau, pau, pau

Sensual, al, al

Cinquentão sensual

Pago um pau, pau, pau

Casou com uma modelo e já tem uns dois nenéns

Já parou de bater nela, bem, às vezes se esquece

E atinge o seu rosto, é ignorar a lei

Só que ele é gente fina e mineiro, uai, uh

Sensual, al, al

Cinquentão sensual

Presidencial

Sensual, al, al

Cinquentão sensual

Presidencial

Eu quero te votar, lembrei do seu avô

Oh, quero te votar

Porque ele adora uma carreira no gabinete

Só anda bem servido no quesito entorpecente

Ele é tão tão cheiroso que talvez seja mentira

Que o branco em sua cara fosse mesmo farinha

Casou com uma modelo e já tem uns dois nenéns

Já parou de bater nela, bem, às vezes se esquece

E atinge o seu rosto, é ignorar a lei

Só que ele é gente fina e mineiro, uai, uh

Sensual, al, al

Cinquentão sensual

Pago um pau, pau, pau

Sensual, al, al

Cinquentão sensual

Presidencial

 Eu quero te votar

Lembrei do seu avô

Quero te votar

Eu quero te votar

Terceiro já tá bom

Quero te votar

Fonte: Fora do Beiço

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Marina Silva – aquela que mudou de lado

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Já vai acalorada a campanha presidencial com uma disputa aberta entre Dilma Rousseff, atual Presdenta e a pretendente Marina Silva. Trata-se, na verdade, do confronto de dois projetos: a manutenção por parte do PT de um projeto progressista, marcado por fortes políticas públicas que permitiram integrar uma Argentina inteira na sociedade organizada. A prática política, imposta pelas elites, era de os governos fazerem políticas ricas para os ricos e pobres para os pobres. Mas aconteceu uma viragem em nossa história. Alguém do povo chegou ao centro do poder e conferiu outra direção ao Estado. Não se pode negar que o Brasil numa perspectiva geral, especialmente na ótica dos pobres, melhorou muito. Negá-lo é mentir à realidade.

         A este projeto progressista se opõe o que a candidata Marina chama de “nova política”. Quando observada de perto, porém, não passa de um projeto conservador e velho que beneficia os já beneficiados e que alinha o país à macroeconomia voraz que faz com que 1% dos americanos possua o equivalente ao que juntos 99% da população ganha. Esse projeto visa a conter o processo progressista, evidentemente, sem anulá-lo, porque haveria, sem dúvidas, uma rebelião popular.

         As opções do PSB e de Marina Silva representam um retrocesso do que havíamos ganho em 12 anos. A centralidade não será o Estado republicano que coloca a “coisa (res) pública” em primeiro plano, o estado dinamizador de mudanças que beneficiam as grandes maiorias a ponto de ter em 12 anos dimiudo a desigualdade social em 17%. Agora com Marina, o foco é o Estado menor para conceder maior espaço ao mercado, ao livre fluxo de capitais sem lei, reafirmando as teses neoliberais: o aumento do superavit primário, que se faz com corte dos gastos públicos, com arrocho salarial e desemprego para assim controlar a inflação e finalmente impondo a autonomia do Banco Central. Especialmente este último ponto é grave porque um presidente foi eleito também para gerenciar a economia (que é parte da política e não da estatística) e não entregá-la às pressões dos capitais, dos bancos e dos rentistas. Seria um atentado à soberania monetária do pais.

         Este projeto velho, foi aplicado no Brasil pelo governo do PSDB, não deu certo, quebrou a economia da União Européia e lançou o mundo numa crise da qual ninguém sabe como sair. O efeito imediato será, como referimos, o arrocho salarial e o desemprego com o repasse de grandes lucros para os donos do capital financeiro e dos bancos.

         Marina quer governar com os melhores da sociedade e dos partidos, por cima das alianças inevitáveis no nosso presidencialismo de coalização. As alianças se farão, provavelmente, com o PSDB e com o PMDB e terá assim que engulir José Sarney, Renan Calheiros e Fernando Collor que ela tanto abomina. Sem alianças, Marina corre o risco de não ver passar no parlamento, os projetos que propõe, por falta de base de sustentação.

         Quem a escuta e lê seu programa parece que fez um passeio pelo Jardim do Eden: tudo é harmonioso, todos são cooperativos e não há conflitos por choques de interesses. Esquece que vivemos num tipo de sociedade de mercado (e não apenas com mercado) que se caracteriza pela competição feroz e por parca cooperação. Estimo que Marina, religiosa como é, se inspira no sonho do paleo-cristianismo dos Atos dos Apóstolos onde se diz que “a multldão era um só coração e uma só alma;ninguém considerava sua a propriedade que possuía; tudo entre eles era comum”(At 4,32).

         Estas opções mostram claramente que ela mudou de lado. Antes quando estava no PT do qual é uma das fundadoras falava-se na opção pelos pobres, por sua libertação e se denunciavam os faraós de hoje. Construía no canteiro dos explorados e injustiçados. Agora ela constroi no canteiro dos seus opressores: os endinheirados, os bancos, o capital financeiro e especulativo. Leva a eles o tijolo, o cimento e a água. Seus assessores na economia são todo neoliberais. Os seringueiros do Acre rechaçarm o fato de Marina colocar entre as elites a figura de Chico Mendes, pois sabem que foram agentes dessas elites que o assassinaram; por isso, protestaram veementemente e reafirmaram a tradição do PT apoiando a candidata Dilma.

         Minha suspeita é de que Marina persegue o poder e visa a alcançar a presidência, por um projeto pessoal, custe o que custar. Diz-se por ai, que uma profetiza de sua igreja evangélica, a Assembléia de Deus, profetizou que ela, Marina, seria presidenta. E ela crê cegamente nisso como crê no que, diariamente lê na Bíblica, passagens abertas ao acaso, como se aí se revelasse a vontade de Deus para aquele dia. São as patologias de um tipo de compreensão fundamenalista da Bíblia que substitui a inteligência humana e a busca coletiva dos melhores caminhos para o país.

         Sou duro na crítica? Sou. E o sou para alertar os eleitores/as sobre a responsabilidade de eleger uma presidente com tais ideias. Já erramos duas vezes, com Jânio e com Collor. Não nos é mais permitido errar agora em que a humanidade passa por uma grave crise global, social e ambiental e que reverbera em nosso país.

         Não devemos desistir do que deu certo e avançou. Mas devemos cobrar que se inaugure um novo ciclo que aprofunde, enriqueça e inove para além do que já foi incorporado pela população. Creio que o projeto do PT com Dilma, não obstante os erros e as decaídas que aconteceram e que podem e devem ser resgatadas, é ainda o mais adequdo para o povo brasileiro. Por isso apoio Dilma Roussef.

Fonte: Leonardo Boff

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