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13. UM VOTO CRÍTICO, MAS CONVICTO.

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1891268_480048895471754_3068839466633876664_nO direito à oposição e o anseio pela alternância de poder são pressupostos básicos de um estado democrático. Desejar e acalentar o sonho de mudanças também é uma natural aspiração de todo cidadão.

Acho o governo Dilma criticável, como todo governo o é. Acho o PT criticável também, como todos os partidos o são. Como todo brasileiro, anseio por mudanças que urgem, embora reconheça que há mudanças políticas em curso neste governo que são louváveis. De qualquer modo, embora Dilma tenha seus pontos vulneráveis, não vejo adversário digno de sucedê-la. Mudar por mudar não me parece conveniente. Um dos argumentos mais usados pelos detratores da atual presidente e seu partido é o de que “estão há muito tempo no poder”. Esquecem que os tucanos há 20 anos ocupam o trono do governo de São Paulo (e há tempos vêm cometendo pecados sem perdão como o desmando irresponsável que gerou a crise de abastecimento de água no estado), isso sem falar nas oligarquias do Maranhão, há 48 anos roendo o osso do poder, e a de Alagoas, há outros tantos anos se perpetuando na política local (e estes casos nem devem ser levados em conta, pois, além de antidemocráticos, são imorais).

Um governo comprometido socialmente deve dirigir o olhar primeiramente aos desfavorecidos, aos excluídos do jogo social, isso é óbvio. Este governo que aí está fez isso. E o que não faltam no Brasil são pessoas vivendo em quadro de pobreza extrema, privadas dos direitos básicos de cidadão, massa de manobra barata para oligarcas usurpadores. Quando o buraco é muito fundo – e o fosso social no Brasil é pra lá de fundo -, não há como não ser assistencialista, infelizmente. Uma das frases feitas que mais me indignam neste pobre debate político (debate entre aspas) é a máxima hipócrita de que “é melhor ensinar a pescar do que dar o peixe”. Ora, como ensinar a pescar um sujeito devastado pela fome e pela doença?

Outro argumento usado à exaustão é o da corrupção, e não podemos nos enganar – todos os partidos, quando ocupam o poder, caem em tentação, para nossa desgraça. A diferença básica neste Fla-Flu de corruptos é que os do PSDB seguem impunes, os do PT nem tanto. Só a punição exemplar desses bandidos somada à vigilância social mais ferrenha poderá fazer banir esta “cultura da corrupção” que hoje impera no país, ou ao menos reduzir os seus índices.

Não sou petista nem sou apegado a partidos ou candidatos. Voto com independência. No primeiro turno, meu voto foi dividido entre candidatos do PSOL, do PSB e do PT. Isto me parece coerente. Se nos próximos anos aparecer uma grande e confiável liderança política de outro partido, não hesitarei em mudar meu voto, desde que seu projeto tenha viés socialista, único projeto político que penso ser viável no mundo de hoje. Isto também me parece coerente.

O que não me parece coerente é ver a ex-candidata Marina Silva, arauta da “nova política”, anunciando seu apoio à candidatura Aécio Neves. Todos sabemos que a sua trajetória de luta contra os barões malfeitores do Acre a aproxima ideologicamente mais do PT, e não foi à toa que ela assumiu a pasta do Meio-Ambiente no governo Lula. Isto que ela agora faz é velha politicagem, jamais nova política. Sabemos para onde miram os políticos do PSDB, e no que vai resultar um novo governo tucano (e faço questão de afirmar o mesmo repúdio às alianças eleitoreiras do PT com velhos caciques paroquiais como Sarney, Collor e Calheiros).

Se a intenção de parte do eleitorado era destronar o PT e Dilma a qualquer custo, então que votasse num partido mais à esquerda (sim, eles existem) e não num partido que reza na cartilha do datado neoliberalismo que levou à convulsão social e ao desemprego massivo países europeus sólidos como França e Espanha, e que quase levou o Brasil à bancarrota, na era FHC. Este, por sua vez, sociólogo pós-graduado na Universidade de Paris, tem como hobby disparar frases infelizes, como a recente declaração preconceituosa e separatista sobre os nordestinos e seu voto, segundo ele, catequizado. Com todo o respeito que possa merecer, o ex-presidente está na Idade Média da Sociologia. Avançamos muito nos últimos anos em termos de “pensamento social”. Não há porque retroceder.

Votarei em Dilma e, caso ela seja eleita, terá em mim um crítico implacável de seu governo. É assim que entendo o que chamam de democracia. O resto é balela.

P.S.: Peço aos internautas que queiram comentar, criticar ou divergir do meu texto, que o façam civilizadamente, com argumentos embasados, não com ofensas ou baixarias. De baixo, já basta o nível do debate dos nossos candidatos na corrida eleitoral.

Fonte: Redes Sociais / Facebook 

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Se quebrei seu coração… desculpe-me. Não era essa a intenção.

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bed-girlOuvi dizer que ele não retornou as ligações. Uma hora da manhã de um domingo inteirinho em silêncio, sem qualquer sinal dele, e você percebeu: ele tinha se tornado um desses caras que, um dia, acordam e não querem mais. Provavelmente, depois de avisos e olhares que ele desviou no meio de um jantar romântico de sexta e que você resolveu não perceber. Depois de você ter entregado tudo, se desmanchado inteirinha pra aprender a amar de novo, até que ele resolveu pular fora sem nunca ter avisado: ó, não se apaixona por mim que eu posso causar grandes estragos aí dentro. Do jeito que ele causou em você.

Ouvi dizer que, de todas as pessoas do mundo, você esperava que ele soubesse. Porque cê contou tudo pra ele: todas as feridas, todas as quedas, todas as vezes que você achou que era amor e não era nada. Ele devia saber o tanto que você tava colocando a mão no fogo ao se entregar de novo. Mas é que ele não tava preparado pra se prender. É que não era a hora certa. É que ele tinha outros planos. Planos que não incluíam você.

Ouvi dizer que doeu quando você percebeu. Trezentos e quarenta e nove dias depois, mas você percebeu. No fim, ele era só um desses caras não-apaixonáveis, que pulam fora quando a coisa começa a ficar séria demais. Do tipo que você conhece em uma balada de sábado e que talvez até te ligue, talvez até te convide pra sair, talvez até finja que quer alguma coisa a mais. Mas que fica só nisso: uma pessoa que “talvez-até-que”. Talvez ele até que tenha te amado, mas nunca quis confirmar que era amor.

Ouvi dizer também que acontece sempre. A gente acha que era amor muitas vezes até finalmente ser. Mas talvez a gente aprenda algumas coisas quebrando a cara. Talvez, pelo menos, a gente aprenda a não fingir pros outros que é amor sem amar.

Ouvi dizer que ele quebrou seu coração. Inteirinho. Te deixou destroçada, chorando, com direito a pote de sorvete, filme triste e quarto escuro. Casa quebrada, você achando que não tem conserto. Mas tem. Porque ouvi dizer que, ainda que a gente ache que essa merda de amor não é pra gente, que a gente devia desistir da palhaçada toda, que devia era fechar o coração pra balanço, uma hora acontece: a gente se entrega de novo. Talvez um dia você acorde e pronto: você consiga se apaixonar por alguém de novo. Quem sabe até, depois que passar, você consiga ver. Porque ouvi dizer que um dia eu também me apaixonei por você.

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A redução da maioridade penal não é uma solução para o crime.

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O pedido para que Aécio Neves recuasse na defesa da redução da maioridade penal, uma das principais exigências de Marina Silva para conceder seu apoio a ele no segundo turno da corrida presidencial, não foi decisivo e ficou de fora das negociações.

Ao anunciar seu apoio ao tucano, no domingo (12/10), Marina mostrou estar satisfeita com uma promessa genérica: “A prevenção frente à vulnerabilidade da juventude, rejeitando a prevalência da ótica da punição”, afirma a carta de compromissos de Aécio. O documento é uma resposta a uma série de demandas apresentadas pela Rede Sustentabilidade, partido que a ex-senadora ainda pretende criar.

No Congresso, mais de 50 propostas tratam do tema. A medida foi um dos principais discursos de candidatos ao Legislativo nas propagandas eleitorais e é ponto de discordância entre os dois presidenciáveis. Aécio é favorável à redução da maioridade penal em caso de crimes hediondos, enquanto a presidente Dilma Rousseff é contrária à alteração.

“A proposta tem um apelo popular, e no Brasil foi divulgado que ela pode resolver o problema da criminalidade. Não é verdade, porque, na prática, o menor já fica preso. Isso vem de uma linguagem de endurecimento penal, que sempre se difunde em épocas eleitorais”, opina o jurista Miguel Reale Jr., ex-ministro da Justiça e um dos autores da Parte Geral do Código Penal.

Na contramão da maioria

Segundo o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), 20 deputados federais ligados à área de segurança, eleitos para a próxima legislatura, vão defender mudanças no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente, em prol de uma redução da maioridade penal.

Para os defensores da proposta, reduzir a idade penal de 18 para 16 anos, como prevê a maior parte dos projetos de emenda constitucional, é chave para combater a impunidade. E os políticos encontram amparo em parcela expressiva da população. Uma pesquisa de 2013 da CNA mostrou que 92,7% dos brasileiros apoiam a redução da maioridade penal.

“A grande maioria dos jovens, quando é posta em liberdade antes de completar 18 anos, volta a cometer crimes, e até mais bárbaros. Lá dentro eles acabam aprendendo que são verdadeiramente inimputáveis, independentemente do crime que venham a praticar”, argumenta ex-capitão do Exército Jair Bolsonaro (PP/RJ), deputado federal mais votado no Rio de Janeiro nestas eleições.

Signatário da Convenção Internacional dos Direitos da Criança e do Adolescente das Nações Unidas, o Brasil oferece tratamento penal diferenciado a todos os menores de 18 anos, com recolhimento em unidades de ressocialização.

Segundo especialistas, a diminuição do patamar da idade mínima contraria as principais tendências de gestão de justiça juvenil em todo o mundo. E vai de encontro a uma recomendação da própria ONU, que diz que a reforma representaria uma ameaça para os direitos de crianças e adolescentes.

De 54 países analisados pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), 78% fixam a maioridade penal em 18 anos ou mais, como Argentina, França, Espanha, China, Suíça, Noruega e Uruguai.

Na Alemanha, adota-se o sistema de jovens adultos: entre 18 e 21 anos ainda é possível ao infrator receber um tratamento penal diferenciado, relativo à esfera juvenil. Já nos Estados Unidos, país que não ratificou a convenção internacional, a maioria dos estados permite que adolescentes com mais de 12 anos possam ser submetidos à Justiça comum, com possibilidade de aplicação de pena de morte e prisão perpétua. Pesquisas locais, no entanto, apontam que tratar adolescentes como adultos tem agravado os casos de violência.

Como prisões

As unidades de ressocialização, para onde são encaminhados infratores com idade a partir de 12 anos, não têm cumprido o papel de reeducar os adolescentes. Em São Paulo, estado dono da maior população carcerária do Brasil, o Ministério Público de São Paulo (MP/SP) fala em situação de “calamidade e horror” nos centros de acolhimento de menores infratores.

Em uma ação civil pública, o MP aponta casos de superlotação em mais de 90% das unidades para menores no estado, além de um déficit de mais de 1.400 vagas. No documento, o órgão pede uma liminar que obrigue o governo de São Paulo e a Fundação Casa a atender a demanda de vagas e melhorar a infraestrutura, sob pena de multa. A Justiça, no entanto, indeferiu a ação.

Por esse e outros motivos, Tiago de Toledo, promotor da Infância e da Juventude e um dos autores do documento, diz não ser possível discutir com seriedade a questão da maioridade penal no Brasil, uma vez que as regras penais vigentes “não são sequer aplicadas”.

“O Estatuto da Criança e do Adolescente [ECA] e o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo não são observados no estado de São Paulo, por exemplo. Nós encontramos todo o tipo de resistência para o cumprimento da lei”, diz.

Dados preliminares do MP mostram que o índice de reincidência no mês de setembro entre os jovens infratores internados em unidades da cidade de São Paulo foi de 58,33%. Mais da metade dos atos infracionais se refere a roubo e tráfico de drogas, enquanto os homicídios representam uma fatia pequena.

Políticas sociais

O período máximo de recolhimento de adolescentes infratores em unidades de ressocialização é de três anos, de acordo com o ECA. Em agosto, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e lideranças do PSDB foram a Brasília pedir que a Câmara dos Deputados acelere a votação sobre alterações do estatuto.

Sob o argumento de dar um “basta à impunidade”, os tucanos sugerem a ampliação do tempo de internação de três para oito anos nos casos de crimes hediondos, a criação de uma ala separada na Fundação Casa para adolescentes que completem 18 anos durante o período de internação e a aplicação de penas mais severas para o maior de idade que usar uma criança ou adolescente para praticar um crime.

O ex-ministro Miguel Reale Jr. sugere que o fim dos três anos de reclusão seja condicionado a um período de experiência fora das grades, nos moldes do regime de liberdade condicional. De acordo com o jurista, o número de menores envolvidos em crimes hediondos é muito menor na comparação com os adultos que estão nos presídios.

“Em parte dos estabelecimentos de recolhimento de menores, as condições são piores do que nas unidades prisionais. A redução da maioridade penal só se justificaria se houvesse uma redução da criminalidade, o que não irá ocorrer. A ameaça abstrata da lei não produz um efeito intimidativo”, argumenta.

O especialista enumera a má aplicação da lei, a falta de políticas sociais e a inoperância policial – o percentual de descoberta de autoria de latrocínios, por exemplo, não passa de 2% – como os principais fatores para o agravamento da violência.

Para Reale, a solução reside em políticas criminais de cunho social, que incluam desde a melhora das condições de vida na periferia, com condições de existência mais dignas, até a regularização imobiliária. “São políticas de longo prazo, mas que surtem efeito na redução da criminalidade. A maioridade penal não se traduz em impunidade, porque os adolescentes já estão sujeitos a medidas repressivas.”

Fonte: Diário do Centro do Mundo

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A melhor coisa que eu nunca tive

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Best2Você não foi aquele encontro marcado na Faria Lima que eu liguei pra dizer que iria me atrasar porque, bem, eu nunca precisei ir. Não foi o telefonema ca-ra-de-pau do sábado de noite, de última hora porque meus amigos desmarcaram a balada, pra chamar lá pra casa e dizer que tinha Netflix, Pepsi Twist e carinho, justificando o convite com o frio que eu ainda não sentia por não ter você. Você não foi.

Você não foi quem mudou a estação de música do carro durante a viagem pro Rio, justo na hora em que eu encostei os dedos no botão, senti o choque e ri com os nervos à flor da pele. Nem foi pra você que eu sorri logo em seguida numa estrada escura enquanto o sono batia como se dissesse “fica calma, eu tô aqui por você e vou te manter segura mesmo que eu fique exausto”. Não tive que te levar em casa às quartas (que seria o nosso dia) depois do jantar, e nem era por segurança, eu queria passar mais tempo com você mesmo. Também não tive que fingir azia e reclamar da gastrite quando era o começo do amor. Não precisei sentir.

Não foi você quem me pediu pra nunca te esquecer? No meio daquele cruzamento perto da Paulista, no meio de um café badalado embora fosse meia noite, quando eu não sabia mais se queria olhar pra sua cara. Foi pra você que eu não mandei as cartas, sim, eu escrevo algumas à mão e guardo, mas elas também não foram. Foi você que sorriu pra mim e disse que eu era fofo, mas fofo? Fofo é meu mundo, dizia você. Mas não disse, não pra mim.

Não precisei te contar sobre os meus amores passados e como aquilo doía. Como quebrar o coração de alguém é ter o seu quebrado pela metade. E não tive que te ouvir chorando num sábado chuvoso, me dizendo que o ex ainda balançava a tua vida. Eu só queria balançar na rede com você e dizer que iria ficar tudo bem. Eu não tive que abaixar a cabeça com receio e coração pesado por ouvir que alguém te habitava. Eu fui atrás e bati na tua porta. Mas não foi você.

Não foi pra você que eu disse que aquele meu medo bobo de ficar sozinho era precaução. Que eu só dizia que não tinha tempo, que era muito trabalho, que eu não conseguiria gostar de ninguém assim pra não confessar que, merda, eu já tava gostando. Já tinha caído, já tava encostando a cabeça no meio fio e confessando que era você. Era você que me via e não dizia nada, mas eu sentia. Sentia uma coisa bonita que há muito não palpitava, sentia uma vertigem diferente, daquelas que não doem, sabe? Sentia como se eu pudesse largar o terno e gravata pra te levar embora daqui e viver o sonho da casa, dois filhos, um cachorro e muito café. Labrador, por favor. Pra mostrar como o amor é grande.

Foi você até ontem. Quando eu cheguei primeiro, num incrível ato irônico de quem só chega atrasado. Foi você quando chegou perto e jogou o braço no meu ombro, sorriu pra mim. Foi você quando as suas amigas riram baixinho quando eu disse que iria sentir tua falta. Foi você quando eu finalmente me levantei pra ir embora e dei o abraço mais apertado do mundo. E mesmo não tendo sido, não tendo acontecido, mesmo que ontem você tenha fugido e me dito que iria embora de vez, eu ainda acredito que foi você. Por uns dias ou pra sempre. No meu mundo perfeito, tudo isso teria acontecido e você nunca, nunca, nunca teria ido, mas agora você vai e eu tenho a certeza de que você foi a melhor coisa que eu nunca tive.

Fonte: Entre Todas As Coisas

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13 razões pra você acolher a minha sugestão de voto

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14833_555272957816186_1570528290_nOlá companheiro(a). Primeiramente licença, para adentrar o momento de sua dúvida quanto a decisão de quem você deve promover à condição de representação democrática. Ou seja, pra que vai dar o seu voto, afim que você crê que pode de fato empreender ações que interesses coletivos.

Então, se ainda há dúvidas posso indicar-lhe um candidato. Pesquisas recente apontam que 70 % dos eleitores ainda não sabem em quem votar para “deputados” estadual e federal. O “voto” de hoje tem uma outra característica: a do voto personalista -alguém indica e você vota. Sob a perspectiva de que o “indicador” conhece de causa, caráter e ação aquele candidato. Já que o voto de ideologia partidária não existe mais – está na conta da descredibilização da Política.

A seguir 13 razões pra você votar em quem eu indico:

1ª – já fui militante em partido político, filiado e atuei em campanhas pedindo voto.

2ª – Estudo Política, gosto do “assunto”, pratico política, mas não sou político.

3ª – Compreendo que a Política deve ser entendida, de participação popular e de recepção popular.

4ª – Divulgo a ideia de que: “o problema de você não gostar de política é que há muitos que gostam demais (os políticos) e decidem as coisas que dão o rumo à sua vida”.

5ª – Empreendo-me como “ativista” político.

6ª – Como ATIVISTA POLÍTICO creio que a ação é não combater o inimigo, mas sim o feito maléfico dele.

7ª – Tenho como premissa investigar os mandatos anteriores do candidato. Se há referência positiva é uma alternativa de repetição sim.

8ª – Pesquiso também sobre os seus familiares e agregados – o quão foi, está ou projeta-se a aproximação destes para com o candidato.

9ª – Na minha opinião “candidato político” tem que ter alguma passagem por movimentos sociais, de promoção da igualdade coletiva e ou articulações comunitárias.

10ª – as manifestações de 13/06/13 foram a prova de que sociedade civil organizada é capaz de conduzir mudanças.

11ª – Concordo que hoje não é fácil escolher um candidato.

12ª –  Não votar, é, contribuir para a continuidade de tudo que você vê na política de “não bom”.

13ª – Tenho argumento para qualquer debate, frente a indicação. Porque há uma mudança no País de pouco mais de uma década que a política trouxe pra centralidade nacional e internacional as minorias, o pobre, o negro e o coletivo. Ações assim me seduzem.

Pode me contatar no que te passo o número do candidato para todos os pleitos.

Abraço, companheiro (a).

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