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Aécio Neves construiu aeroporto na cidade de Cláudio – MG, com verba pública no terreno do Tio dele. Na época os gastos foram aproximadamente 14 milhões de reais.

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c0c40aaf-1fd9-4ed1-b19d-7c0bc9445c72No final do segundo mandato de Aécio Neves no governo de Minas Gerais, o estado gastou quase 14 milhões de reais para construir um aeroporto dentro de uma fazenda de um tio do então governador.

Segundo informações do jornal Folha de São Paulo, Múcio Guimarães Tolentino, 88, tio-avô do senador e ex-prefeito de Cláudio, é quem controla o acesso ao aeroporto construído em 2010. Para usá-lo, apesar do aporte público, é necessário a sua autorização. Ainda de acordo com a reportagem, o local recebe menos de um voo por semana. O atual candidato à presidência pelo PSDB usa o aeroporto sempre que visita a cidade. Antes da licitação, o estado desapropriou a área. Tolentino não ficou satisfeito com o valor acertado e o contesta na Justiça.

Em nota, a assessoria de Aécio Neves contestou a reportagem. “Não houve nenhum tipo de favorecimento na implantação das melhorias na pista de pouso de Cláudio como insinua a reportagem. (…) Todas as atitudes do governo de Minas Gerais referentes ao aeroporto de Cláudio se deram dentro da mais absoluta transparência e lisura,” diz a nota.

A nota também afirma que a prática de manter as chaves de um aeroporto nas mãos de alguém é comum no interior do país. “É também lamentável que a reportagem não tenha registrado que aeroportos locais (que não possuem voos comerciais) ou pistas de pouso fechadas são prática comum em aeroportos públicos, no interior do país, como forma de evitar invasões e danos na pista que possam oferecer riscos à segurança dos usuários. Ao ignorar esse fato, a reportagem deu a entender que o acesso à pista feito de forma controlada no município de Cláudio constitui algum tipo de exceção.

Fonte: Carta Capital

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Romário – o baixinho: detona o Gilmar Rinaldi (coordenador de Seleções da CBF)

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romarioBaixinho ressuscitou polêmicas da época em que o novo coordenador da CBF foi superintendente do Flamengo, em 1999

O início das mudanças na seleção brasileira após a Copa do Mundo não parece ter agradado o ex-jogador e deputado federal Romário. O “baixinho” utilizou as redes sociais para tecer duras críticas a Gilmar Rinaldi, novo coordenador técnico do escrete canarinho. O dirigente foi apresentado nesta quinta-feira, em entrevista coletiva que contou com a participação de José Maria Marin, Marco Polo Del Nero e Alexandre Gallo.

“Galera, só pode ser uma dessas duas coisas: sacanagem ou pegadinha. É inadmissível Gilmar Rinaldi ser escolhido para assumir o cargo de diretor/coordenador de seleções da CBF”, postou Romário, que fez questão de lembrar o histórico do ex-goleiro da seleção brasileira no tetracampeonato mundial. Gilmar é empresário de jogadores, fato que, segundo o baixinho, o desqualifica a exercer uma função de tamanha confiança.

“O cara é empresário de vários jogadores. Tive o desprazer de trabalhar com ele no Flamengo. É incompetente e sem personalidade”, afirma o Baixinho, ressuscitando polêmicas da época em que Gilmar foi superintendente de futebol do clube carioca.

O Flamengo chegou a estar entre os primeiros colocados do Brasileirão de 1999. Porém, no meio do torneio, Gilmar brigou com Romário e quis multá-lo por faltas e atrasos em treinos. Romário, porém, ganhou a disputa interna: disse que tinha autorização da diretoria para essas ausências. O fato enfraqueceu o “poder” de Rinaldi no clube.

Sem papas na língua, Romário ainda chamou Marin e Del de Nero de “ratos” e disse que Gilmar irá fazer prevalecer interesses pessoais na seleção brasileira.

“Posso afirmar que Rinaldi vai fazer da CBF um banco de negócios para defender seus interesses. Só os ratos do Marin e Del Nero para escolheres uma pessoa como essa. Para piorar, ele ainda é agente FIFA”, concluiu.

Fonte: Conversa Afiada / Paulo Henrique Amorim

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A felicidade e a partilha

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Screen-shot-2014-02-06-at-11.20.54-AMEu não sei se você já assistiu a um filme chamado “Into the Wild”, traduzido no Brasil como “Na Natureza Selvagem” (um filme que, aliás, tem uma trilha sonora maravilhosa na voz do talentosérrimo Eddie Vedder). Eu assisti, amei, assisti de novo e, sem perder a oportunidade quando ela apareceu, comprei o DVD para poder assistir quando quisesse, novamente. O filme conta a história de um garoto que, questionando a vida em sociedade e as relações humanas, resolve simplesmente se ausentar do mundo e ir caminhando até o Alasca. Sozinho. Sem lenço nem documento, deixando para trás absolutamente tudo: dinheiro, carro, documentos, família, amigos. A história é baseada em fatos reais e narra a tentativa do personagem, Alexander Supertramp, de ser feliz sozinho.

Você acredita que isto seja possível? Ser feliz sozinho? No documentário “Eu Maior” fizeram esta pergunta para o filósofo Mario Sérgio Cortella, ao que ele respondeu (não vou me lembrar das palavras exatas): não é possível ser feliz sozinho pois não é possível ser sozinho. Por mais que alguém esteja sozinho no momento, ele não esteve sozinho sempre em sua vida e, portanto, sua existência já está permanentemente marcada pela percepção subjetiva de convivência e coexistência com outros seres humanos. Pode-se até mesmo pensar em uma criancinha abandonada logo após seu nascimento mas, até mesmo neste caso, no momento de seu nascimento ela interage com outro ser humano, e esta interação deixa marcas profundas em seu psiquismo. Se é possível ser feliz sozinho? Não, e pelo simples fato de que é impossível ser sozinho.

Este é um tipo bastante comum de pessoa que me procura para atendimentos, seja em meu consultório, seja nos atendimentos por Skype – seja, até mesmo, nos grupos de desenvolvimento pessoal dos quais participo: pessoas que, tendo experimentado relações afetivas ou amorosas dolorosas, encontram na equação eu + eu = felicidade sua fórmula de contentamento eterno. Ou quase isso, já que me procuram justamente por não conseguirem ser bem-sucedidas nesta tarefa. Parece que na equação acaba faltando uma variável importante, uma variável que acrescenta tempero à vida e empolgação aos dias. Uma variável que não pode ser substituída por nenhuma outra e que, invariavelmente, quando analisada mais de perto, aponta em uma única direção como saída existencial: pessoas, relações, afeto. Por mais que estas pessoas, em busca de conforto e bem-estar, tenham estabelecido a si mesmas que “a partir de hoje vou olhar para o meu e pensar no que é melhor para mim e pronto”… Algo falta.

Espera só um pouquinho, antes de eu continuar: não estou aqui dizendo que olhar para o que é nosso e pensar no que é melhor para nós é errado. Muito pelo contrário; qualquer pessoa que conheça minimamente meu trabalho e minhas ideias sabe a importância que o “apropriar-se” tem, na minha percepção. Mas assumir a responsabilidade pela própria vida e trancar-se na própria existência, evitando os relacionamentos afetivos na tentativa de fugir da ansiedade e da angústia que eles causam são duas coisas absolutamente diferentes.

Afetividade deriva do radical afeto, e afeto se refere a tudo aquilo que me afeta. O que me afeta, o que tem a capacidade de me transformar é, para mim, afetivo. O que causa em mim uma mudança e me atinge diretamente é afeto. Afetividade, então, é a qualidade através da qual as coisas me tocam e me influenciam. E este afetar pode deixar marcas tanto positivas quanto negativas em mim, dependendo do grau de satisfação ou frustração das expectativas que criei anteriormente: se idealizei algo e este algo aconteceu, guardo um registro positivo da experiência. Se, pelo contrário, o que criei dentro de minha cabeça e de  meu coração não aconteceu e eu me frustrei… O registro é negativo e passo, consciente ou inconscientemente, a evitar situação semelhante. Sendo entendidas desta forma, não são as relações que me frustram e deixam uma marca negativa em mim: eu me frustro porque criei, em minha cabeça, expectativas que não se concretizaram. Eu me frustro, porque minhas carências não foram atendidas. Eu me frustro, porque aquilo que sonhei e que tanto quis que acontecesse… Não aconteceu, e eu fiquei a ver navios. Eu me frustro. Eu me decepciono. Eu construí as expectativas.

Mas, para nosso psiquismo, profundamente condicionado e treinado para evitar a dor a qualquer custo e a sempre encontrar culpados para tudo no processo, mais do que depressa encontra alguém para responsabilizar pela minha dor. O outro é o responsável pela minha dor, não eu e o fato de ter criado expectativas. E, se a culpa é do outro e todo o meu ser está programado para evitar o sofrimento a qualquer preço, para não correr o risco de novo sofrimento a regra é clara: elimina-se o outro, elimina-se o sofrimento. Só que… Não.

A cada vez que você volta as suas costas para as pessoas porque uma delas decepcionou suas expectativas, você age contra seu maior objetivo nesta existência: reconhecer-se. A cada vez que você culpa alguém pela sua dor você comete o maior dos pecados, que é o de deixar de olhar para si. A cada vez que você jura para você mesmo que nunca mais deixará ninguém passar por cima de você, o que está fazendo é colaborar para que a doença maior da nossa sociedade continue acontecendo: você alimenta seu Ego, permanentemente orientado para garantir o bem-estar mesmo que emburrecedor, e deixa de olhar para o Ser Maior que habita seu interior, escondido em cada uma de suas expectativas frustradas.

Seus relacionamentos afetivos – sim, os que te afetam, positivamente ou não – são o maior presente que você poderia ter ganhado para te ajudar na tarefa de desenvolver a si mesmo e a expandir-se enquanto consciência. Cada mal-estar experimentado em sua jornada é um indicativo de fragilidade existente em você que precisa ser acalentada e cuidada – não pelo outro, mas por você mesmo. Cada dor que “alguém lhe infringiu” é uma pista importantíssima no seu caminho de retorno a seu verdadeiro Eu; não este condicionado pelo sistema de crenças dual de nossa sociedade moderna que diz que apenas os fortes valem a pena, mas o Eu anterior à vida na dualidade, o ser eterno, que sempre existiu e que sempre existirá, mesmo depois de você não estar mais aqui. Mesmo que mude de forma e não atenda mais pelo seu nome e nem tenha o seu cheiro e seu formato, mas o seu Eu Total, atemporal, infinito e abundante.

“É impossível ser feliz sozinho”, já disse o poeta Tom Jobim. “A felicidade só existe quando é compartilhada”, escreveu Alexander Supertramp em seu diário, em “Into the Wild”.

Eu não ouso discordar.

Fonte: Flávia Melissa

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9 conselhos para você sofrer menos

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pressa-21-1500x16121 – Não canse quem te ama

Algumas belas relações – sejam elas amorosas, de amizade ou até familiares – não resistem a pessoas cansativas. Gente que reclama das mesmas coisas para as mesmas pessoas. Que sempre chora no colo da mãe pelo mesmo babaca – mesmo estando cansada de saber que ele é um babaca (sorte que colo de mãe é eterno). Gente que discute a relação três vezes ao dia, que reclama do trabalho, da segunda-feira, do sol, da chuva, da placa torta no ponto de ônibus. Gente que se recusa a ser feliz e a deixar ser, contando com o sentimento que os outros lhes tem – mas que, acredite, é esgotável. Por isso, agrade quem te agrada e cuide de quem cuida de você.

2 – Pare de se boicotar

O impossível não existe, o que existe é falta de vontade. Por mais que pareça autoajuda barata, eu me arrisco em dizer que até quem não tem a menor habilidade matemática pode se tornar um talentoso engenheiro da NASA – desde que haja vontade, força, determinação. Muitos deixam de atingir seus objetivos por se sabotarem com frases de consolo como ‘não dá’ ou ‘amanhã eu começo’. Comece hoje.

3 – Esqueça competições desnecessárias

Todos nascemos com uma missão suficientemente difícil a ser cumprida: superar a nós mesmos. Competir com outras pessoas – seja por beleza, sucesso ou dinheiro – gera desgastes desnecessários e não traz nenhuma evolução – pelo contrário, só atraso de vida. Isso porque muitas pessoas perdem o foco do que realmente querem para si mesmas tentando superar o outro. Invista em você, concentre-se em você – mesmo porque a outra pessoa pode não ser tão admirável quanto você pensa (Ou vai ver que é, mas isso não te diz respeito. Apenas não perca tempo em tentar descobrir).

4 – Compreenda que nada – e nem ninguém – lhe pertence

Só assim você conseguirá administrar suas perdas. Considere que todos os seus bens materiais lhe foram emprestados pela vida, e lhe podem ser tirados a qualquer momento. Considere, sobretudo, que ninguém lhe pertence, e que as pessoas só permanecerão ao seu lado enquanto quiserem e enquanto isso lhes fizer felizes, porque cada um é dono de si mesmo.

5 – Só leve o que for leve

Tenho visto tanta gente levando pesos desnecessários, em todos os sentidos. Com suas casas cheias de objetos inúteis, suas mochilas cheias de pesos inúteis, seus corações cheios de mágoas inúteis. Livre-se do desnecessário e viva mais leve, mais livre, mais feliz.

6 – Só se aborreça pelo necessário

Vivemos rodeados de razões aptas a nos causar um infarto fulminante – mas a melhor opção ainda é contar até dez. Portanto, se você está com a saúde perfeita e o coração em paz, abstraia. Abstraia o chefe chato, a segunda-feira, o trânsito caótico e a matéria acumulada. Só se aborreça por problemas realmente importantes – e não se demore. Dê-se o direito de se aborrecer e, o quanto antes, resolva e relaxe.

7 – Afaste-se de pessoas negativas

Energia é um caso realmente sério. Tem gente que consegue pesar um ambiente inteiro, estragar uma vida inteira, e sem precisar fazer muito esforço. Pessoas negativas são cruéis sugadoras de vida, portanto, afaste-se delas e conviva com quem te faz bem. Evite aquela amiga que só te critica e te deixa pra baixo, e escolha a turma das boas gargalhadas.

8 – Desfrute da sua própria companhia

Você não precisa – e não deve – estar sempre acompanhado. Fique sozinho em casa, leia um livro, ouça música, viaje sozinho, ou simplesmente não faça nada. Mas desfrute da sua própria companhia. Perceba a si mesmo. Conheça-se, e antes de sair de casa, tenha certeza de que será uma boa companhia pra alguém.

9 – Pare de julgar os outros

Você não sabe de onde vieram, não conhece sua história. Não julgue os defeitos alheios. Se não te agrada, se afaste – mas não suponha nada sobre a vida do outro, que não te diz respeito. Afague em vez de agredir. A vida retribui.

* Sobre Nathalí Macedo: Atriz por vocação, escritora por amor e feminista em tempo integral. Adora rir de si mesma e costuma se dar ao luxo de passar os domingos de pijama vendo desenho animado. Apesar de tirar fotos olhando por cima do ombro, garante que é a simplicidade em pessoa. No mais, nunca foi santa. Escreve sobre tudo em: www.facebook.com/escritosnathalimacedo

Fonte: Nosso Bem Estar

Algumas garotas são maiores que outras

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Eu não sabia esperar e por você eu esperei e teria esperado mais tempo. A verdade é que eu nunca tive certeza se você iria mesmo aparecer um dia. Algumas garotas passam por aqui antes. Antes de você. Duas ou três talvez até tenham chamado minha atenção e eu realmente teria ficado confortável com elas. A gente costuma ouvir  que idealizar estereótipos é errado, mas comigo foi inevitável: sempre soube o tipo de garota que eu estava procurando. Tipo você.

Você chegou e me fez maior, menina. Apagando qualquer dúvida que eu tinha de que esperar não valeria a pena, e me fazendo aprender a ter calma, tudo está em calma, deixe que o beijo dure, deixe que a alma, você canta pra mim e diz que quando as coisas são elas simplesmente são. Não tem melhor palavra que eu possa usar pra ilustrar o que é estar com você do que “certo”. Meu maior feito na vida foi ter passado um tempo contigo.

Você chegou e me fez melhor, menina.

girls

Depois de um tempo eu aprendi a me acostumar com esse disparo que meu coração dá sempre que ouço sua voz, mas ainda acho estranho a dificuldade de desviar os olhos enquanto você fala. Uma vez cê me disse que ninguém nunca te olhou como eu olho, e a verdade é que eu nunca quis olhar pra alguém como quero olhar pra ti.

É engraçado, porque eu achava que estaria preparado pra tudo, pra terremoto e poesia, pra quando finalmente te encontrasse no meio de toda essa gente sem sal, mas você me ensinou que não tem plano e que o seu plano era desalinhar as coisas no meu quarto e em mim pra mostrar que amor é também desordem.

Foi você também quem mostrou que todos aqueles desencontros da vida e romances mal resolvidos que eu tive fizeram sentido. E não adianta achar que eu vou estar preparado pra isso quando vier, porque não vou. Você me apareceu assim, sem aviso e sem ensaio. De repente eu tava sorrindo e nem sabia por que, só conseguia rir mais ainda quando me perguntavam se era droga ou coisa do tipo. É, o amor é uma droga. Mas eu não me preocupo com isso.

Fonte: Entre Todas As Coisas

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