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(+18) Homens anotem aí: 14 atitudes que elas odeiam no sexo

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Por: Laís Montagnana

A fim de evitar o sexo meia boca – só orgasmos múltiplos nos interessam – listei 14 atitudes masculinas com que as mulheres estão cansadas de ter que lidar e que fariam do mundo um lugar mais feliz caso desaparecessem da face da Terra. Leia e lime esses comportamentos empata-fodas da sua vida:

O queima largada
Mal tirou a roupa e o cara já quer partir pra meteção. Calma amigo, cê tem uma gata aí do seu lado: curta o momento! Essa é a hora de apertar, beijar, passar a mão, apertar mais forte, lamber, chupar, cuspir, morder, usar, suar… Fazer tudo o que for consentido, mas nada de pular as preliminares!

O fixação anal
Aquele cara que que comer seu cu toda hora e, mesmo você já tendo dito claramente o “hoje não, Faro!”, ele não pára de tentar enfiar o dedo lá atrás. Amigo, não é NÃO! E não vai ser na base de tentativas com ~dedadas que você vai atingir sua meta. Aceite que dói menos e vá se divertir com os outros brinquedos do parquinho.

O britadeira man
Aquele cara que acha o seu lugar, a sua posição perfeita e fica lá: p r a s e m p r e. Ele liga o botão britadeira e permanece na mesma função frenética até gozar sem dar a mínima pra saber se a mina tá curtindo ou não. Coelhinho da Duracell, apenas pare!

O wannabe porn star
Aquele cara que quer botar em prática todos os seus anos de experiência no xvideos e só falta vir com um anão a tira colo pra completar suas pretensões orgísticas. Calma amigo, menos pornohub e mais Erica Lust.

O não-chupador
Não passará! Calcinhas no chão merecem um oral – e bem feito! Nada daquela passadela de língua de 5 minutos. Tem que chupar gostoso sim! Dê atenção a essa parte tão importante e tão renegada às mulheres. Quer um incentivo? Um oral bem feito sempre volta pra você! ;)

O mãozinha
Aquele cara que vem com uma mãozinha adicional que fica empurrando sua cabeça pra baixo enquanto vc tá lá no blow job. Não me entenda mal, tem aquela mãzinha de incentivo do tipo “isso aí garota, você tá fazendo certo! continue assim”, mas o foda é quando o cara perde a mão (com o perdão do trocadilho) e a mãozinha de incentivo torna-se a mãozinho adicional, que se você não tomar cuidado pode até te fazer engasgar numa tentativa frustrada de garganta profunda desavisada.

O rapidinho egoísta
O cara que dura 5 minutos, cai pro lado, vira peso morto e nem se dá ao trabalho de fazer a mina gozar também. Quer tipinho mais egoísta? Nesse caso o problema tem raízes profundas: certeza que também não dividia passatempo na hora do lanche!

O deselegante
Aquele cara que não avisa quando vai gozar.

O esquecido
Nós, mulheres, somos portadoras do clitóris: um botãzinho mágico capaz de provocar imenso prazer quando manuseado da maneira correta. E parece que alguns caras simplesmente se esquecem dessa arma secreta!

O boneca inflável friendly
Aquele cara que acha que seu peito é de borracha, pega e aperta forte, manuseia de qualquer jeito ou concentra todos os seus esforços somente nos mamilos. Meninos, tem ir com calma e fazer carinho com o mesmo ~jeitinho que vocês gostariam que fizessem nas suas bolas e não numa boneca inflável.

O mudinho
Aquele que, durante o ato, mal aparenta mudanças no rítimo de sua respiração, mal geme e às vezes você nem nota que ele gozou. Parece que você tá transando com a Kirsten Stwart. Ninguém aqui tá pedindo pra você chegar fluenteno dirty talk, mas mostrar um pouco de atitude é fundamental.

O cascão
Aquele sem noção que aparece com o pau claramente mal lavado, com resquícios de xixi, cheirando a toalha suja ou cueca usada. Não dá, né?

O hematofóbico
Aquele cara que recusa uma foda porque você tá menstruada. Só lamento por esse tipo já que, nesses casos, nada que toalhas extras não resolvam o problema. Bônus point: há mulheres que ficam com muito mais tesão nesse período. Acho que chegou o momento de você rever suas atitudes, caro hematofóbio.

O surdinho
Aquele cara que finge que não escutou quando você pediu pra ele colocar a camisinha. Ou que tenta te convencer a fazer sem porque ~com a borracha não dá pra sentir nada. “Só a cabecinha” é o caralho: encapa o menino aí!

Fonte: Diário do Centro do Mundo

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A sua bunda te deixa feliz para sempre?

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Os estudos e a literatura do período de “escravidão no Brasil” definem o culto do povo brasileiro pelo bumbum feminino. As pesquisas apontam que a veneração e adoração é, desde à época em que os senhores feudais escolhiam nas senzalas as escravas com a bunda maior e mais bonita, para a variedade do cardápio. Naquela ocasião a prática sexual sem meios evolutivos de contracepção limitavam às relações sexuais no modo “anal”. Desta forma, eram nula as chances de um filho (a) bastardo entre a mulata e o senhor de engenho. Em fim, desde o século XVI, a partir das “afronegra” e “indígenas” introduzidas na colônia que nádegas notavelmente protuberantes e salientemente grandes provocam seu uso sexual.

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A atriz Paolla Oliveira causou um certo burburinho com a sua bunda, na nova minissérie da Globo. Na cena em “Felizes Para Sempre?”, usando apenas uma calcinha fio dental preta, contracenando com o ator Enrique Díaz. Na trama ela é uma homossexual e  garota de programa de alto luxo (R$ 4 mil por hora). A bunda de “Dani Bond” (Paolla Oliveira) foi o trending topic das redes sociais nos últimos dias. Já nesta quinta feira (29), o Google Trends revelou que o nome de Paola Oliveira e Dani Bond são os mais pesquisados. Foram mais de 150 mil buscas somente no período da manhã.

 

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Ah se elas concordassem… nada é tão erótico quanto o cheiro de mulher

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Li outro dia trechos do livro de memórias escrito por Napoleão quando, miseravelmente abatido e doente, aguardava a morte na Ilha de Santa Helena. Napoleão me impressiona não pela genialidade militar ou pela grandeza histórica. O que realmente me admira em Napoleão são suas observações pessoais e amorosas.

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Napoleão, quando estava voltando de alguma campanha no exterior, mandava avisar Josefina. O libidinoso general queria que ela parasse de tomar banho para recebê-lo com cheiro de mulher. Cheiro mulher. Não há essência que se compare remotamente em poder de arrebatamento ao cheiro de mulher. Napoleão tinha toda a razão. A sorte da multibilionária indústria de perfumes femininos é que as mulheres não concordam com Napoleão. E gastam muito dinheiro para alterar o melhor cheiro do mundo. (Em italiano a frase soa ainda melhor. Profumo di donna, nome de um filme italiano do qual lembro apenas isso, o nome. Depois Al Pacino foi o protagonista de uma refilmagem.)

De um modo geral, quanto menos a mulher se afasta dela mesma, tanto melhor. Seios naturais, de qualquer tamanho, são melhores que seios com silicone. Cabelos naturais são melhores que cabelos mentirosos. O cheiro pessoal e intransferível de cada mulher é melhor que o melhor perfume.

Mas o que mais me tocou na leitura do memorial de Napoleão foi uma frase que li no prefácio. Não era exatamente uma reflexão amorosa, mas se presta com perfeição às histórias de amor. Acho que o prefácio era de Malraux, mas não estou certo. Como vocês sabem muito bem, minhas certezas são raras. Cada vez mais raras.

A frase dizia mais ou menos o seguinte: tudo que restava a Napoleão, quando decidiu escrever seu relato em Santa Helena, era lutar pela posteridade. Era sua luta mais importante. Mais que Waterloo, mais que Austerlitz, mais que qualquer outra. A luta pela posteridade. As palavras poderiam fazer por Napoleão o que a espada não conseguiria. E fizeram. Napoleão venceu a luta pela posteridade. A imagem do grande corso é ensolarada como certas manhãs de dezembro na Vila Mar.

Lutar pela posteridade. Às vezes não restam mais opções que essa para o homem e a mulher. É uma situação típica dos finais de caso. O amor já foi derrotado, inapelavelmente derrotado, como Napoleão em Waterloo, e mesmo assim a gente segue cegamente em frente num caminho de sofrimento, angústia, agressões, humilhações. E então perdemos a luta pela posteridade. A imagem que guardamos de um caso de amor que teve tantas coisas sublimes fica irremediavelmente danificada como uma fotografia cortada por uma tesoura.

É preciso ter coragem para reconhecer quando não resta mais que a luta pela posteridade num romance. Somos sempre tentados a ir adiante, na esperança caótica e vã de ressuscitar o que está morto. Eu perdi algumas lutas pela posteridade. Tenho derrotas doídas em história. Lamento o erro histórico de não ter me recolhido a minha Santa Helena particular em certas ocasiões. Lembranças que poderiam me aquecer nos momentos de frio pela vida afora foram destruídas em finais de caso que se estenderam além do que seria razoável. Saber a hora de terminar o romance em nome da posteridade talvez seja a forma mais sublime, e mais difícil, de sabedoria amorosa. Admitir que o único porto que resta é Santa Helena exige uma coragem de Napoleão.

Fonte: Diário do Centro do Mundo

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Boko Haram – entenda o grupo terrorista

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O grupo militante islâmico Boko Haram está travando hoje uma das campanhas mais mortíferas de insurgência na África.

Eles capturaram uma grande porção de território na Nigéria e também realizaram ataques no vizinho Camarões.

Autoridades estimam que cerca de três milhões de pessoas são afetadas pela crise humanitária causada pela insurgência na região nordeste da Nigéria.

A força do grupo rebelde em um dos países mais populosos do continente, sua capacidade de ação e influência na região levantam várias dúvidas – que a BBC responde abaixo no formato perguntas e respostas:

Por que os militantes são tão letais?

O grupo seria dividido em várias facções que operam de forma autônoma pelas regiões norte e central da Nigéria.

O centro de estudos Grupo de Crise Internacional (IGC na sigla em inglês) estima que sejam seis facções ao todo. A mais organizada e impiedosa opera no Estado de Borno, onde o Boko Haram capturou grandes faixas de território.

A estratégia usada pela milícia é enviar centenas de combatentes comuns para uma cidade ou vilarejo. Eles com frequência conseguem superar numericamente as mal supridas forças do Exército nigeriano, que acabam se retirando.

Em seguida, combatentes mais experientes do Boko Haram conquistam o território.

A ofensiva atual dos militantes islâmicos marca uma mudança radical no cenário do país. Logo depois do Boko Haram lançar sua revolta em 2009, as forças de segurança nigerianas declararam ter vencido o grupo após matar milhares de seus membros – incluindo seu fundador – em uma operação na cidade de Maiduguri.

Alguns sobreviventes escaparam para a Argélia, para o Sudão e possivelmente para o Afeganistão, onde receberam treinamento militar.

Atualmente, a brutalidade na forma de operar do grupo está crescendo. Com isso, eles perderem apoio, segundo analistas, de muitos muçulmanos do país – que os viam como uma alternativa à elite corrupta.

Como eles recrutam seus militantes?

Cada vez mais por conscrição – os moradores das vilas são forçados a aderir em massa ao grupo sob ameaça de serem assassinados. Eles também contratam criminosos “pagando-os por ataques, às vezes com uma parte das riquezas pilhadas”, segundo o IGC.

Os laços étnicos são muito fortes na Nigéria. A maioria dos combatentes do Boko Haram são kanuri – a etnia do líder do grupo, Abubuakar Shekau. Isso sugere que ele goza de influência sobre líderes tradicionais do nordeste do país.

A quantidade total de combatentes do Boko Haram não é clara. O analista de segurança e finanças britânico Tom Keatinge estima que sejam mais de 9 mil.

De onde vem o dinheiro que financia o Boko Haram?

Quando o grupo invade cidades normalmente saqueia seus bancos. Em 2012, autoridades militares da Nigéria acusaram o Boko Haram de extorquir dinheiro de empresários, políticos e figuras do governo. Eles os ameaçavam de sequestro se não pagassem as quantias exigidas.

Autoridades americanas estimam que os militantes recebem até US$ 1 milhão (cerca de R$ 2,6 milhões) pela libertação de um milionário nigeriano, segundo Keatinge.

Mas quando a vítima é estrangeira, a quantia obtida pode ser muito maior: o Boko Haram recebeu US$ 3 milhões (R$ 7,7 milhões) de resgate para libertar uma família francesa de sete pessoas capturadas no norte de Camarões em fevereiro de 2013, de acordo com um documento da Nigéria obtido na época pela agência de notícias Reuters.

Com essas fontes de financiamento, Keatinge estima que os rendimentos anuais da rede do Boko Haram cheguem a US$ 10 milhões. O pesquisador nigeriano Kyari Mohammed diz acreditar que o grupo esteja realizando uma rebelião de baixo custo por usar principalmente jovens de áreas rurais.

Como o grupo obtém armamentos?

O Boko Haram invadiu muitas delegacias de polícia e bases militares na Nigéria, obtendo assim um bom arsenal – incluindo blindados de transporte de tropas, caminhonetes, lança-rojões e fuzis de assalto.

Além disso, o grupo mantém fortes laços com contrabandistas de armamentos que operam na vasta região do Sahel (faixa de aproximadamente 600 quilômetros de largura e 5,5 mil quilômetros de extensão, que corta o norte da África, logo abaixo do deserto do Saara e acima da savana do Sudão), segundo o ICG.

Muitas dessas armas teriam sido contrabandeadas da Líbia, onde arsenais foram saqueados durante a revolta que levou à queda do coronel Muamar Khadafi em 2011.

Porém, boa parte das bombas usadas pelos militantes islâmicos são improvisadas, construídas com materiais baratos e de acesso relativamente fácil, segundo o IGC.

Seus especialistas em explosivos, segundo o analista de segurança nigeriano Bawa Abdullahi Wase, são universitários recém-formados que não conseguiram empregos.

Além disso, recentemente o grupo saqueou fábricas de cimento em busca de dinamite e artefatos explosivos.

O governo declarou estado de emergência em 2013 em três Estados nortistas mais afetados pela campanha insurgente. As forças do governo também armaram grupos de vigilantes, que operam em regiões remotas onde a presença militar é mínima.

O Boko Haram foi empurrado de Maidaguri e vilarejos vizinhos para a vasta região das florestas de Sambisa, ao longo da fronteira com Camarões. Mas os militantes responderam com uma nova ofensiva que deu a eles o controle de um território de dimensões equivalentes à da Bélgica.

Se o Boko Haram tiver sucesso em suas ambições territoriais – conquistando cidades no Níger, no Chad e em Camarões, como ameaçou seu líder – o conflito pode tomar uma dimensão internacional.

A França pode por exemplo se envolver mais diretamente no conflito para proteger suas ex-colônias.

Até agora Camarões tem tido relativo sucesso em repelir os ataques do Boko Haram, apesar de ter um Exército muito menor que o da Nigéria, que vem sendo criticada por não usar bem sua vantagem numérica.

O Boko Haram é ligado ao ‘Estado Islâmico’?

Shekau, o líder do Boko Haram, se referiu ao líder do autodeclarado “Estado Islâmico”, Abu Bakr al-Baghdadi, em um vídeo no ano passado como “califa”. Ele também elogiou Ayman al-Zawahiri, liderança da rede extremista Al-Qaeda – que disputa com o “Estado Islâmico” a lealdade dos jihadistas ao redor do mundo.

Porém, Shekau não jurou aliança a nenhum dos dois grupos.

Ele costuma elaborar suas mensagens nas línguas hausa, árabe e kanuri, mas em seu mais recente vídeo – no qual elogia os ataques contra a revista satírica Charlie Hebdo em Paris – o discurso foi feito totalmente em árabe, o que leva analistas a acreditar que o grupo nigeriano esteja buscando ter um apelo mais internacional.

Laços fortes com grupos jihadistas globais dariam um ímpeto maior à campanha do Boko Haram.

Fonte: Diário do Centro do Mundo

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Assistir o Big Brother deixa você burro, diz a Ciência

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bial-600x400Você não precisa ser muito esperto para saber que o Big Brother é um lixo. Entre as piores desculpas para assistir o programa, uma delas é que ele é “desestressante” e “inofensivo” (qualquer coisa com Pedro Bial declamando poema não pode ser descrita dessa maneira, mas vamos adiante).

Bem, não é inofensivo. Ao contrário. É emburrecedor cientificamente falando.

Um estudo conduzido por Markus Appel, professor associado da Universidade de Linz, na Áustria, concluiu que quando as pessoas não pensam criticamente sobre o que estão consumindo numa mídia correm o risco de “assimilar características mentais expostase”.

Em outras palavras, a estupidez de participantes e apresentadores de absurdos como o BBB é danosa à saúde, ainda que temporariamente.

“Não é como uma doença que você pode ter por um longo tempo. Nós não estamos dizendo que você será prejudicado um dia depois de ler um livro estúpido ou ver um programa de TV ruim”, disse Appel. “Mas a pesquisa mostrou que o desempenho em testes de conhecimento é prejudicado por esse tipo de coisa”.

Num experimento com 81 pessoas, Appel pediu a diferentes grupos que lessem um roteiro que contava o caso de Meier, um hooligan alcoólatra e intelectualmente debilitado. Metade recebeu a instrução de pensar de maneira diferente do protagonista, enquanto a outra metade não teve instrução nenhuma antes de ler.

Em seguida, todos fizeram um teste. O grupo que fez uma leitura crítica se saiu muito melhor — um processo que Appel considera ser responsável por manter longe do efeito contagioso da imbecilidade. Conhecimento geral não é o mesmo que QI, é claro. Mas os resultados, de acordo com Appel, “ajudam a reforçar a tese de que as pessoas são influenciadas de maneira sutil, mas significativamente, por produtos de baixa qualidade”.

Bella, uma bailarina do BBB 14, parecia ter alguma consciência do nível de indigência da atração criada pelo hoje milionário John De Mol. Há algumas semanas, foi flagrada pela TV numa dúvida. “Será que as pessoas ‘faz’ isso mesmo, ‘compra’ [o pacote para ver o BBB]? Tem mais o que fazer, não, que ficar vendo umas conversa ‘troncha’ (sic) que nem essa…”

Inteligente essa Bella.

Fonte: Diário do Centro do Mundo

Kizomba: Hipnose por João & Mafalda

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Kizomba: Hipnose por Mafalda

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