Quais são realmente a causa da violência no Brasil? Até onde estamos envolvidos diretamente? Ou, não. Eu não tenho nada haver com isso?

São reflexões a serem feitas por todos os brasileiros, “a coisa tá feia”, só aumentam as estatísticas de crime na sociedade. Sejam eles fiscais e políticos, passando pelo “ladrão de galinha”, até o aviãozinho (que pode ser seu filho, irmão, sobrinho, etc) que vende crack.

Os pesquisadores indicam uma série de fatores co-responsáveis pelo mau. E, verdade ou não ele fazem sentido. A seguir alguns desses fatores, quando não colaboram diretamente com a violência, incentivam ou favorecem.

  • Ausência do Estado (Governos), não investem na educação, na saúde, dá mau exemplo o tempo todo. Ex.: em uma festa, dois policiais federais trocam tiros e um deles é morto. Um Estado violento, transmite força para o cidadão comum.
  • A cultura da violência. São as telenovelas e seus psicopatas. Desde “Vale Tudo”, aos “Jorge´s” de Viver a Vida.
  • A notoriedade humana, o prazer em ser visto. As crianças são atraídas para o tráfico pelo acesso às armas. Ainda que sem expressividade, o Estatuto do Desarmamento fez com que caísse o número de homicídios.
  • O maior número de presos no Brasil, são dos que cometem crimes contra o patrimônio. A galinha é minha, e quem roubá-la tá preso. Ainda que seja pra matar a fome.
  • Filhos do asfalto e do morro: um expressão nova nos debates. Vem muito agregar a conversa. As crianças de classe média têm duas mães – a que garante o sustento, dá roupas, calçados, brinquedos, etc (generalizando). E a mãe (emprestada do morro) que cuida, dá banho, leva pra escola, ensina o pára-casa, escuta, às vezes fala, etc. Enquanto isso, de segunda à sábado, eu, “filho do morro” não tenho nenhuma mãe? Quem cuida de mim? Quem  me garante os sustentos básicos?
  • Estas crianças (do morro) ficam a um nível de exposição da violência, sem fim. Expostas ao alcoolismo, às drogas, sem ir a escola, etc.

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