E ouço ele todos os dias pela manhã na Rádio Band News FM. Acho interessante seus comentários, muitos deles soam imparciais, independentes (exceto às tendências editorial do Grupo Bandeirantes).

Mas é preciso alguém dizer algumas coisas neste país. Como por exemplo, vi e ouvi o único jornalista (ele) defender a idéia de que a carga tributária no País deveria ser cobrada de acordo com os rendimentos por classes econômicas. Ou seja, quem ganhar mais, paga mais.

Lembro do seu comentário…”como pode minha empregada, pagar a mesma taxa tributária que eu pago, assim como eu, pagar o mesmo que o Eike Batista”, disse Boechat.

E hoje, acho audacioso ele dizer: na Bahia, “como conseguem organizar evento pra vender abadá e não conseguem organizar para a vacinação contra a Gripe A (gripe suína)”.

E ainda querem calá-lo…

Boechat é inocentado em ação movida por PM

Da Redação (Portal Comunique-se)

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro reformou sentença de primeira instância que condenava os jornalistas Fernanda Job e Ricardo Boechat, além da rádio Band News e o Jornal do Brasil, a indenizar em R$ 20 mil o tenente da Polícia Militar André Luiz Oliveira. O relatório do desembargador Raul Celso Lins e Silva inocentou os réus e foi acolhido por unanimidade pelos demais julgadores. A ação movida por Oliveira foi motivada por críticas feitas por Boechat ao comportamento do PM durante a prisão de Fernanda. No dia 10/11/2005, ele lançou spray de pimenta, imobilizou e algemou a repórter, acusando-a de desacato. Ela estava num ônibus e teria reclamado de uma blitz policial que complicou o trânsito no bairro do Jardim Botânico. O policial sentiu sua honra ofendida pela forma como os fatos foram divulgados pela imprensa e ingressou com a ação. Em setembro de 2009, os réus foram condenados em primeira instância, mas a decisão foi reformada pelo TJ nesta quarta-feira (26/05). “Entendo que a matéria jornalística se ateve a narrar fatos de interesse coletivo e a tecer críticas, estando, assim, sob o pálio das ‘excludentes de ilicitude’, dispostas no artigo 27 da Lei nº 5.250/67, não se falando, assim, em responsabilização civil por ofensas à honra, mas em exercício regular do direito de informação”, entendeu o relator.