Fonte: G1

 

Para muitos especialistas de plantão, a semana que se passou foi mais repleta de exemplos éticos e não éticos do que realmente de esportividades. o NÃO de Muricy para a CBF foi o belíssimo exemplo da vitória da ética, de compromisso firmado com o Fluminense, na época da assinatura do contrato disse que o objetivo seria ajudar o clube a ganhar o campeonato brasileiro de 2010. Vitória também do ESPORTE.

Já o SIM de Massa á Ferrari, foi o exemplo do anti-jogo, de um compromisso mais pessoal (Massa X Ferrari). Até aqui tudo bem. Não é ético do ponto de vista de tratar isso como “esporte”. Afinal milhões de brasileiros assistiam a corrida torcendo pelo Felipe. Ninguém pode impedí-lo de balançar uma “ferrari” no lugar da bandeira brasileira.

Agora é muito complicado esse negócio de que o Esporte tira os jovens das drogas.  Tira das drogas e joga no mundo da corrupção passiva, das orgias, drogas lícitas, etc. É preciso rever esse conceito social do Esporte.

Automobilismo é esporte? É negócio no sentido literal da palavra, e negócios pra gente graúda?