Na dança das cadeiras nas teles, um ficou sem cadeira – o usuário. A Oi investe hoje menos que a antiga Telemar, presta um serviço precário, tem a pior banda larga existente no País e uma das campeãs de reclamações nos Órgãos de proteção ao consumidor.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai ter que fiscalizar e garantir pelo menos três pontos básicos: a competitividade, serviço de qualidade e o interesse do usuário que paga caro pelo serviço.