Estimados,

como jornalista fico pensando seriamente se a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) em anular a obrigatoriedade do diploma é realmente justa. Concluo que não. É da mesma forma um golpe à liberdade expressão e idéias, de um conjuntura de poder e política no Brasil. Não cabe mais recurso tal decisão.

Mas há um outro golpe no ar. A crônica do Gaspari vem de outros tempos. O texto é de 2005, quando nas eleições de 2006 a imprensa fazia o mesmo que está fazendo agora com Dilma.

Fala-se de tudo para influenciar o eleitor brasileiro já decidido em sua escolha para presidente do País. Tentaram associar o partido à facção criminosa, dossiês, até a filha do candidato José Serra – PSDB, que o Brasil não conhecia, tornou-se pública. E agora, por conta própria dizem que o José Dirceu vai voltar.

Leia a crônica e saberá porque a obrigatoriedade do diploma para a profissão de jornalista foi derrubada. Não é necessário a formação de mais profissionais. Já existe um elite da imprensa que quer mandar nesse País. São eles que ditam as regras da informação, trunca, distorcem e a produz como em laboratórios de fundo de quintal.

Há um fino golpe no ar  (Élio Gaspari, é jornalista)

Égolpista a articulação de uma renúncia de Lula à reeleição.
Embrulhada numa Sacola da Daslu (a Bolsa Família dos tucanos), ela
funcionaria assim:
1 ? Lula vai à televisão e anuncia que não disputará a reeleição.
2 ? O Congresso aprova uma emenda constitucional que acaba com a
reeleição e aumenta de quatro para cinco anos o mandato dos próximos
presidentes da República.
3 ? Desmoralizado, o companheiro vai para casa, o PT definha, e o PSDB
volta ao Planalto.
A idéia é golpista porque coloca a Constituição a reboque de um
arranjo. As leis da terra dizem que o mandato de Lula vai até o dia 1
de janeiro de 2007, quando será substituído na Presidência pelo
cidadão escolhido em 2006. Essas mesmas leis garantem ao companheiro o
direito de disputar a reeleição.
O arranjo embute a cassação dos cidadãos encarregados de eleger o
presidente da República. Cassa-lhes o direito de julgar Lula. Se ele
quiser disputar a reeleição, duas coisas podem acontecer: ganha ou
perde. Nos dois resultados, seu destino será decidido pela patuléia
soberana que o pôs no Planalto em 2002. Os hierarcas de Brasília não
têm mandato para fazer um cambalacho que tira aos eleitores o direito
de decidir a questão. LEIA O TEXTO COMPLETO NESTE LINK.