Eu escrevi o texto a seguir em uma palestra que dei sobre “Economias Emergentes”, ainda em 2004. Lembro que comecei a exposição recitando uma frase de Delfim Neto,

“Dependendo da taxa de câmbio, do nível de preços

das commodities e da expansão do comércio mundial,

não é fora de propósito supor que poderemos atingir,

em 2005, um exportação de US$ 115 bilhões”.

Verifique no link os resultados previstos pelo economista. (clique aqui)

BRASIL

Entre os países com maior número de pessoas pobres, como Panamá, Botsuana e Guiné, o Brasil ocupa hoje um lugar único no mundo – ele é o mais rico desses. Características que contribuem para o crescimento da economia foram adotadas pelo Brasil, já há alguns anos: como o controle da inflação, abolição das principais barreiras econômicas,  pequeno avanço no investimento da ciência e tecnologia, os bens de consumo e serviços básicos atinge um maior número de famílias hoje, maior estabilidade política, competitividade industrial e melhores indicadores mundiais de produtividade agrícola.

Embora o país tenha levado 50 anos para consolidar-se como nação industrial, um quinto desse tempo levou a economia brasileira para alcançar posição global. o Brasil aparece como referência mundial em várias atividade econômicas de alta complexidade tecnológica como: exploração de petróleo em águas profundas, fabricação de aviões, construção de hidrelétricas.  Isso demonstra investimento em laboratórios de pesquisa de forma ainda lenta. Mas aos poucos está vencendo uma das grandes barreiras para o desenvolvimento do país.

Com investimentos em pesquisas de novas qualidades de grãos, esses avanços mais notáveis consolidaram a produtividade agrícola brasileira colocando-a numa posição maior que a dos países ricos.