Hoje, ao enviar um e-mail para um gerente cometi um erro ortográfico com a palavra SITUAÇÃO. Redigi com “C”. Deste fato quero fazer três considerações. A primeira é a DESCRIÇÃO com o que o mesmo me falou sobre o erro. Ainda que perguntando “se eu havia estudado jornalismo?”, ele foi altamente assertivo e colaborativo. Já havia me acontecido isso antes, e tive a infelicidade de outro gerente não dizer para mim. Mas para outros. A segunda é que infelizmente erros ortográficos de jornalistas são mais perceptivos que erros de “desconstrução da imagem alheia” em detrimento de interesses próprios ou de terceiros. Mas lembro de que na faculdade eu ouvia dizer que se deve escrever correto para que o texto tenha credibilidade. Não entendo até hoje. Mais uma vez vale a regra: o casco é que protege a tartaruga, o cágado ou o jabuti – não importa o bicho. Terceira, é que devemos cumprir as convenções. Embora tenha a mesma fonética, S(C)ITUAÇÃO com “s” ou “c”, não implicaria alterações exceto do ponto de vista convencional. No entanto, é como a S(C)ITUAÇÃO é vista que faz com que altere o “estado” das coisas. O outro gerente que indiscreto falou do erro para outros, comete muitos outros erros: ortográficos, fonéticos, éticos e de agente destruidor da imagem alheia. Fazer o que, cada bicho sob o seu casco… Azar de quem não tem.