Por Juca Kfouri, em seu blog.

O time do ano entre os que jogam no Brasil, na modesta opinião deste blogueiro, tem Victor, Mariano, Gum, Dedé e Diego Renan;  Jucilei, Elias, Conca e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Jonas.

O técnico do ano é Dorival Júnior, que comandou o time do ano em 2010, o Santos do primeiro semestre, e tirou o Galo do buraco no segundo.

O árbitro do ano é o tira-teima, para variar, e a revelação o goleiro corintiano Júlio César.

Já o técnico do Brasileirão é Muricy Ramalho, o tetra que por pouco não é hexa.

Renato Gaúcho, porém, merece mais do que menção honrosa.

O time do Brasileirão tem Ricardo Berna no gol, decisivo para o bicampeonato que deveria ser mesmo tri do Fluminense;

a defesa tem Mariano, Gum (na Folha escalei Chicão, mas mudei de opinião), Dedé e Diego Renan; Jucilei, Elias, Conca e Montillo; Jonas e Neymar.

O árbitro continuou sendo o tira-teima.

O cartola do ano foi nenhum e o pior técnico não vou citar nem as iniciais para que não se diga que é perseguição, além de nunca saber se é com W ou com V.

O pior cartola é páreo duro: Ricardo Teixeira esteve nas páginas de denúncias da imprensa nacional e internacional e ganha o prêmio JH, de João Havelange, seu mentor.

Os melhores estão no Beira-Rio, provavelmente porque  escolhidos da maneira mais democrática no Brasil.

Aliás, e em tempo, tudo o dito acima pode mudar caso o Inter traga o bicampeonato mundial de clubes, algo não só bem possível como cada vez mais provável.

Torçamos.

Epa! Esqueci de fazer menção à direção do Santos, que tem acertado muito mais que errado. E da direção do Botafogo, discreta, mas segura.

Está feita a correção.