Tudo bem, é mesmo talvez uma breguice do autor do post. Mas esqueçam o estereótipo de que novela é tudo de ruim, sobretudo as que passam na Globo, é o que mais se escuta nas instruções religiosas mais conservadoras. Verdade ou não? Sim. Esqueça a imagem que venha denegrir as novelas, a duvidosa qualidade deste texto, as senhoritas e os (não assumidos) noveleiros, e tudo mais que é senso comum quando falamos de Novelas. Atenção: a história romântica de Jesuíno (Cauã Reymond) e Açucena (Bianca Bin) é a das mais belas histórias de paixão das últimas telenovelas. É de deixar qualquer mulher e (macho também) em desilusão à espera de um Jesuíno ou de uma Açucena.

 

 

 

Jesuíno (Cauã Reymond) e Açucena (Bianca Bin)

A trama é cheia de ingredientes que estão vivos em qualquer início de uma relação amorosa. As promessas, a mala cheia de boas intenções do administrador de fazendas do Sertão, o consentimento dos Pais da bela Açucena, pois, uma certeza (já mais encontrada nos tempos de hoje) que a filha está em boas mãos. É mesmo…”um homem que qualquer mulher na face da terra queria ter” – assim disse a ilustre oradora de Brogodó. Doralice (Nathália Dill), uma jovem rica filha do Prefeito do vilarejo e formada em Direito é advogada.

 

 

 

 

É ela quem vai transformar a linda história de amor de Jesuíno e Açucena em um “inferno”, já não basta a fome, a miséria e a promíscua relação entre poder, política, elite e as classes inferiores retratadas no folhetin. Assim como as cenas de traição, trapaças, amor, ódio e psicopatia, que Dora vem acrescentar na receita (já conhecida de qualquer noveleira (o) de plantão. Cordel Encatado, retrata muito bem os problemas da corrupção, política e pobreza no País. A menos que procure ver nas coisas o lado bom e ruim, provavelmente a sua noção sobre o case Jesuíno e Açucena seja um pouco vaga.

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