A Segurança Pública em conflito. E a mídia quer nos vender o caso Palocci.

É fato e causou danos à imagem do governo. É boato? Porque até agora quem falou não provou nada ainda. É óbvio, por ocupar o cargo que ocupa, pedir demissão e deixar o País andar, com os outros problemas. Ouça isso Palocci.

Também é fato que a imprensa neste País vive de momentos. Há uma carência enorme de um Jornalismo comunitário que relate a estória das periferias dos grandes centros urbanos. Os maiores problemas do Brasil estão ali. Se Palocci enriqueceu de maneira ilícita, cabe aos organismos públicos punir. Como se ocorresse comigo ou com você. É muito tempo gasto na TV, nos jornais impressos, na internet e no rádio com isto. Pára, é preciso entrar no fundo do caos em que se mergulha o sistema de Segurança Pública do Rio de Janeiro. Não é só rebelião, há um governo – Sérgio Cabral, dizendo isso e aquilo e um corporação inteira de um organismo tão importante – o Corpo de Bombeiros, dizendo outra completamente diferente.

Tanto é verdade sobre o caos instalado que o uso da força repressora foi usado.

Grande Imprensa, isto não é importante aprofundar? Dar voz ao problema e torná-lo público, para o crivo da opinião pública? Em especial a do Rio de Janeiro?

As insinuações no Brasil valem mais que os fatos. É por isso que político é tratado como acusado até que se prove o contrário.

Do mesmo modo que Palocci fala que não cometeu nenhuma irregularidade, Cabral fala que o Rio está bem, não há na de errado por lá. Imediatamente pode se dizer: “sim, e eu também acredito em Papai Noel”. No Brasil, todo mundo é inocente até que seja escolhido pela grande Mídia.