Às vezes é meio que radicalizar quando se faz o emprego da palavra “todos”. Vamos propor então que uma “maioria”, sete em cada dez homens, quando reunidos falando de mulher fazem os seguintes questionamentos:

  • Qual a razão de uma parte das mulheres não gostarem de serem acordadas para transar?
  • Ao levar uma amiga para jantar (com segundas intensões), quanto tempo devo esperar para atacar?
  • Telefonemas em excesso do chefe, após a jornada de trabalho, não seria hora extra com direito a happy hour e motel?
Atenção: são homens ciumentos ao extremo, inseguros, não estratégicos e … o que mais você acrescentar.