Sociedade

O que faz você ficar à margem das conversões.

O dia em que o Morador de Rua apertou a minha Mão.

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Na Missa (Eucaristia) de hoje, uma experiência arrebatadora:

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A miopia proporciona-me o desprazer da apreciação de longa distância e permite o prazer do cheiro e da textura. Então, sempre uso os acentos da primeira até a terceira fileira da Igreja. Gosto de ver a expressão do Celebrante (Padre), dos Leituristas, a performance do Coral e de sentir a Liturgia e o Rito Eucarístico. Pois bem. Hoje, ao chegar vi de longe o banco da terceira fila vazio. Perguntei-me se havia algum evento e o tal lugar estaria reservado. Não. Na ponta voltada para a parede lateral assentava-se um Morador de Rua: homem alto, magro, barbudão, sujo e fétido. Logo nos demos conta (Eu e minha Esposa) do Evento. Resolvi, relutei, em um “insight” rápido tomei a decisão de ficar ali. A Valéria percebeu rapidamente que todos os olhares se voltavam para nós e me cutucou. Sussurrando ao meu ouvido constatou o óbvio dos olhares céticos, admirados e julgamentosos.

“Relutante” fiz a opção de concentrar-me naquela experiência – sob a minha Fé, algo proporcionado por Deus. Em seguida o Morador de Rua na sua lucidez começa a comentar baixinho os ritos da celebração. No start do Coral ele comenta: “as músicas parecem da Igreja Adventista. Isso aqui é uma Igreja Católica ou Adventista”? – Me pareceu alguém de conhecimento religioso. E de fato ao longo da Missa a participação dele foi de fiel acompanhamento de todos os ritos. Nos assentamos na ponta oposta do banco. Como se ali fosse um barco que precisasse da manobra de massa para não virar.

E na verdade foi… O barco da vida cotidiana. Nos comportamos assim. Segregando relacionamentos de acordo com nossas castas, condições econômicas, sociais e não percebemos que o “Morador de Rua” é a ‘canoa virada’. E, afundados em nosso preconceito nos distanciamos com a miopia do coração e do cérebro do Valor Humano. Permitimos-nos que várias pautas entre em nossas discussões como a do: estupro coletivo, do movimento anti corrupção, da crise, da comoção por tragédias, moléstias e etc. Mas não voltamos o olhar para o ‘excluído’, para a falta de dignidade, para a inclusão e para o Morador de Rua. Não há uma política pública voltada para este problema. Não há… Nada… Se não a Rua.

Após a aclamação do Salmo (33) o Morador arredou-se para o meio do banco. Involuntariamente uma moça (Catequista) e um outro Senhor assentou-se onde ele estava. Rapidamente eu movi as ‘antenas’ oculares como Radar e Todos da quarta fileira atrás de nós direcionava o olhar para o banco do Morador de Rua e dos Casais Diferentes. Mal sabiam eles (falando por Eu e Vá) que a diferença entre eles e nós era apenas o local de assentados. Somos iguais no Preconceito Classista. Bem próximo a de mim, o cheiro forte de suas vestes e do corpo acentuava. A cor de sua pele era um misto de encrustação de sujidades e fagulhas de algo indecifrável. Logo me passou pela cabeça “a hora do rito da Paz de Cristo”. É quando o Padre diz: “- meus Irmãos cumprimentai-vos uns aos outros”. Na minha cruzada interna eu tentava vencer “a mim mesmo”. E aproximando-se do ‘rito da paz de Cristo’, a catequista levantou-se e saiu para organizar as crianças no Altar. E quando chegou a hora D… Eu deixei me vencer pelo preconceito e o toque primário foi apenas um ‘tapinha em seu ombro’. Mas Deus (no Morador de Rua) estendeu a sua mão e em posição de ‘espera’ da minha ansiava-se por aquele aperto de mão. Apertamos-nos a mão um do outro… E ele interlocutou com o “paz de Cristo”. Não perdi minha mão. Não morri.

Pois, precisava ver a criança que saiu da primeira fila de bancos para cumprimentar (dar a paz de Cristo) ao Morador de Rua. E, todos ao redor dele e de outros bancos, assim o fizeram também. Na continuidade da Eucaristia ele continuou participando e foi para a fila da Comunhão. A celebração de hoje era sim de eventualidades. Pois, o Seminário Diocesano de Missões do Rio de Janeiro era quem Presidia a Missa. Uma obra fundada em 1987 pelo Papa João Paulo II. E que o o atual Papa (Francisco) dá muita ênfase. Como é de Missão, o Seminário têm participantes de várias nações. Lá hoje haviam de mais de cinco. Ao serem apresentados por cada País… o Morador de Rua fazia questão de sussurrar e dizer de qual continente pertencia tal nacionalidade. Uma pessoa de cultura também.

(+18) Sexo: e quando a sua operadora de telefone vira um método contraceptivo

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tumblr_mzas5xbY3y1r6kmi7o1_500Você sabe do que falo, e com absoluta certeza despiu alguém pela tela do celular; descreveu de modo minucioso algumas ações; digitou com uma mão. É sexting.

Ele: Não aguento mais de vontade. (Aperta-se com a mão direita)
Ela: Eu também não. Preciso te ver logo… Se vc soubesse como eu tô agora…
Ele: Ah, eu quero ver!
Ela: (Deita de bruços e tira uma foto, por cima do ombro direito, só de calcinha)
Ele: AI CARALHO! Assim vc judia. (Coloca a mão por dentro do short)
Ela: Judio, é? Gosto de te judiar. Imagina se vc tivesse aqui… (Segura o celular com a mão esquerda, apoiada no antebraço, e se toca com a direita por cima da calcinha)
Ele: Ia pular em vc agorinha msm.
Ela: Ou eu ia pular em vc?
Ele: Ia preferir vc pulando msm hahaha
Ela: Mas ia ter coisa antes
Ele: Tipo o q?
Ela: Tipo te chupar bastante
Ele: Muito?
Ela: Muito, muito… Babadinho. Só imagina. (Toca-se por dentro da calcinha, suspira)
Ele: Tô imaginando.
Ela: Quieto! Tô escrevendo
Ele: Hahaha ok
Ela: (Digitando… Digitando… Digitando… Online… Digitando…)
Ele: Tô ansioso hahaha (Começa a se masturbar lentamente)
Ela: Ia pegar seu pau agora, colocar na minha boca, ficar chupando só a cabecinha dele. Daí, eu ia passar a língua do seu saco até a cabeça de novo, e ia descer tipo garganta profunda, te olhando, ia voltar pra cabeça, sugar, ver vc delirando, eu batendo uma pra vc e fazer isso até vc gozar tudinho dentro da minha boquinha. (Passa a língua nos lábios e introduz dois dedos)
Ele: Caralho… Tá foda aqui!
Ela: Deixa ver como vc tá.
Ele: (Deitado, abaixa o short e tira foto) Assim, ó
Ela: Delícia, do jeito q eu quero.
Ele: Tá muito duro! Vc tá me torturando
Ela: Hahaha assim que é bom
Ele: Mas vc sabe o q eu faria depois?
Ela: Me conta o q vc faria comigo
Ele: Só q eu quero ver como vc tá tbm
Ela: Tá (Vira de frente, abre as pernas e outra foto)
Ele: Eta, porra!
Ela: Gostou?
Ele: Demais! Vou contar…
Ela: Conte
Ele: Ia te puxar até a beirada da cama,tirar essa calcinha, te chupar, te chupar, te chupar, daí ia ficar de pé. Juntaria tuas pernas, esticadas, e apoiaria no meu peito, então, ia enfiar meu pau nessa buceta q sei q ia já ia tá quente. Ia ficar segurando seu peito, apertando de leve, e ver sua carinha revirando de T. Depois abrir suas pernas, tipo papai e mamãe… (intensifica o ritmo da masturbação – o antebraço sente)
Ela: Ai… (e acelera a fricção no clitóris)
Ele: …Não, pera… Ia só te virar, debruçar na cama, bunda virada pra mim, e te comer, te comer gostoso, forte e fraco, puxando o teu cabelo, dando até uns tapinhas, que vc falou q curte
Ela: AMO! Hahaha (Ela goza, não interrompe o movimento)
Ele: E vc rebolando com todo o meu pau dentro, fazendo ele girar desde a base, e depois recuando com força, batendo a bunda contra mim (Finaliza em si mesmo, tendo pequenos espasmos) até que eu não aguente mais e goze tudinho em vc
Ela: Vc me deixou de um jeito q eu tive q me comer com os dedos
Ele: E só de imaginar eu bati uma aqui q até cansou o braço
Ela: Amanhã depois da aula vc me pega?
Ele: Antes tbm hahaha
Ela: Já to ansiosa
Ele: Somos dois hahaha
Ele: E vou mandar um vídeo aqui pra vc
Ela: Manda, manda, safado
Ele: Tá indo (vídeo gravado em HD, 16mb, 40 seg)
Ela: Vou me comer pela segunda vez aqui
Ele: Ah, vai!
SMS OPERADORA: VOCÊ USOU 100% DA INTERNET DIARIA E A NAVEGAÇÃO FOI INTERROMPIDA. PARA INFORMAÇÃO DO PACOTE ADICIONAL RESPONDA “ADD 50MB”
SMS Ele: Merda de internet, cabou essa porra… Empata foda

É o método contraceptivo mais eficaz em tempos de vícios tecnológicos, usado por quem mais deseja que nos fodamos sem prazer algum.

Fonte: Entre Todas As Coisas

Stephanie masturbou as frutas e teve a conta do Instagram suspensa. O seu objetivo era promover a sexualidade feminina.

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Transporte Público: como fazer dele uma alternativa para uma mobilidade sustentável e viável?

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image (18)Se o século XX foi marcado pelo uso excessivo de automóveis, o século XXI será o da busca por soluções que melhorem a qualidade de vida dos habitantes nas cidades. Por isso, administradores públicos, empresas e pessoas buscam formas de priorizar o transporte público – ônibus, metrô e trem – e oferecer às zonas urbanas alternativas para uma mobilidade sustentável e viável no longo prazo. O blog Inhabitat, ligado ao Boston Architectural College, fez uma lista com as cinco cidades que mais se destacam quando o assunto é transporte coletivo. Confira:

1º lugar: Tóquio
Na capital japonesa, o transporte público é a espinha dorsal da cidade e a primeira opção da população para se deslocar. A rede é complexa: metrô, VLT (bondes), trens urbanos, ônibus e balsas realizam 30 milhões de viagens diárias.

2º lugar: Nova York
Na Big Apple, são várias as possibilidades de locomoção: ônibus, trem, metrô, bicicletas, balsas e até faixas exclusivas para pedestres. O transporte público funciona 24 horas por dia e atende toda a demanda da cidade.

3º lugar: Londres
A cidade do maior e mais antigo metrô do mundo (1863), o London Underground, ainda hoje é um dos mais eficientes. São 268 estações e cerca de 400 km de extensão. A capital inglesa ainda conta com uma vasta rede de ônibus, trens na superfície e bondes suburbanos.

4º lugar: Paris
Você encontra na capital francesa uma estação de metrô a cada 500 metros. E são pelo menos 300 estações. Paris ainda tem uma extensa linha de ônibus de superfície, oito linhas de VLT (bondes) e um sistema de aluguel de bicicletas com 1.400 estações.

5º lugar: Moscou
Inaugurado em 1935, a capital russa tem um dos sistemas mais pontuais do planeta. Mais de 8 milhões de passageiros utilizam diariamente o metrô de Moscou, que tem 305 km de extensão.

A matéria completa pode ser lida no site do Instituto Akatu.

Fonte: As Boas Novas

Energia: a sua é milhares de vezes mais power ao vivo do que nas redes sociais?

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12573751_1931016116952075_8622410263862532222_nHá pessoas (creio) que o Universo conspira para que elas entrem em nossas vidas. E, tais pessoas às vezes nos trazem coisas que farão pra sempre a diferença – para a eternidade. E diferenças assim pulverizam insights que nos possibilitam construções do tipo “escolha sua vida”. Isto é fantástico. É viver das coisas que fazem nossos corações vibrarem.

E há uma diferença bem particular de algumas pessoas em situações opostas: ao vivo e virtual. E ter uma energia “milhares de vezes mais power” ao vivo, não é tarefa fácil. É uma arte incessante de motivar pessoas, a viver seus sonhos, alcançar metas e aspirações. Simples assim – devemos “compartilhar” pessoas dessa vibe. Quando compartilhamos pessoas assim; multiplicamos também ideias para construir uma vida e um trabalho com propósito. As chaves para a realização de qualquer coisa que nos propusermos serão semeadas.

As pessoas reais com a energia milhares de vezes mais power do que no campo virtual nos ensinam o que difere as percepções julgamentosas das totalmente opostas. Elas nos alertam para o cuidado com que devemos ter com as “chateações” de quando uma pessoa sente-se decepcionada conosco, enquanto outras pessoas pelos mesmo motivos se amabilizam por nossas ações.

Pessoas com energia assim sabem relativizar o dinheiro e a espiritualidade.  O fato de ter uma energia milhares de vezes  mais power, em presença, nos faz refletir sobre a necessidade abundante de uma vida próspera (que desejamos) sem deixar que a ambição tome conta. Elas, quando presentes, dotadas de energia power (multiplicado por milhares de vezes) ascende a luz amarela (de atenção) para as crenças limitantes em relação ao dinheiro.  Aos mesmo tempo ajuda-nos a discernir que crenças sabotadas atrapalham o nosso desenvolvimento pessoal.

 

Fabíola: entre a sensatez e o talvez

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tumblr_nghv8hNOom1qd33wso1_400Fabíola talvez tenha uma história. Tenha filhos, mãe e pai, tenha irmãos.

Talvez ela seja formada, ou tenha estudado muito para ingressar na faculdade. Ajudou a avô na fisioterapia por anos, talvez. Participou de encontros jovens; doou roupas; deu conselhos a alguém; pagou todas as dívidas em dia; abraçou seus pequenos como se não houvesse amanhã. Talvez.

Fabíola é uma boa mãe, quem sabe. Talvez tenha apanhado do marido algumas vezes, ou não. Talvez ela tenha sentido falta de carinho, talvez não. Quem sabe ela nunca ouviu um “eu te amo”, ou ela nunca tenha sentido orgasmos porque, afinal, mulher nasceu pra dar prazer, e não pra sentir.

NO VÍDEO: A “piranha” da Fabíola foi pega no motel com o amigo do marido.
Ela errou? Talvez. E quem é que não erra?
Ela acertou? Talvez. Quem são vocês pra pontuar?

Agora, todo mundo conhece a Vadia do Motel. Mas ninguém conhece a Fabíola.
Agora, entre milhões de possíveis “talvez”, os donos da moral e dos bons costumes tem a coragem de dar um único veredito: Puta.

Talvez ela seja uma péssima pessoa, de fato. Talvez não.
Talvez vocês sejam MUITO PIORES QUE ELA. Aliás, certamente vocês são.

Fonte: Facebook – Perfil de Oliver Bredariol

A Fabíola também foi traída

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Hoje eu acordei tarde. E assim que abri o Facebook, percebi que todo mundo só falava a respeito de uma coisa: a Fabíola. A princípio, não dei muita atenção, pois tinha muito trabalho a fazer. Agora, porém, entre um texto urgente e outro pra ontem, eu resolvi dar uma olhada no que rolou. E fiquei chocado, sério! Não sei se ando sensível demais devido às notícias repletas de desumanidades que tenho visto ou se – como penso que está acontecendo – a Terra está girando de maneira errada, sem sentido algum. O fato é que eu não vi a menor graça no vídeo. Nenhuma! Pelo contrário: naquilo que virou piada viral, eu enxerguei apenas uma nítida amostra de uma postura assustadora com a qual, infelizmente, estamos nos acostumando.

Eu não sou a favor da traição, porém, não perderei meu tempo explicando os motivos. Por quê? Porque a traição, apesar de ser uma das formas possíveis de desrespeito, está muito longe de ser a parte do vídeo que reforça, ainda mais, a minha vontade de não ter filhos em um mundo perdido como este. A parte que me assusta? A agressão, claro. Ou só eu a vi sendo puxada pelos cabelos e agredida verbalmente? Ela errou? A meu ver, sim. Mas quem sou eu para julgá-la? Além disso, punir um erro com outro erro faz algum sentido? Remediar com um veneno mais letal do que a doença? Assim é que se perde razão, não tenha dúvida. Deixo aqui uma pergunta: há algo que justifica o uso da agressão como solução?

PARTICIPE: Por que nas redes sociais tem tanto homem babaca e machista?
PARTICIPE: O que leva as pessoas traírem seus companheiros?

Mas não pense que fiquei incomodado apenas com a agressão, não. Sabe o que me assusta pra caralho? Uma situação de sofrimento está sendo compartilhada, à la meme, como se fosse engraçada, entretenimento. Será que estou sensível demais? Ou será que o ser humano perdeu totalmente a sensibilidade e a capacidade de se colocar no lugar do outro? Empatia, sua linda, onde é que ocê tá? Será que os seres que compartilharam chacotas ligadas ao caso gostariam que fizessem a mesmíssima coisa com eles? “Você está pegando muito pesado!”, alguns afirmarão, achando que se trata, apenas, de brincadeira. Para eles, talvez. E para as pessoas que estão envolvidas, também é só brincadeira? E para a moça humilhada em escala nacional, hein? É só brincadeirinha? “Mas a piranha merece!”, alguns hipócritas provavelmente dirão. Hipócritas, sim! Hipócritas até o talo! Porque apesar de apedrejarem a Fabíola – e a Geni! -, já fizeram coisa igual, ou pior. Mas não percebem. E não fazem o mínimo esforço para saírem dos seus respectivos umbigos e se colocarem na pele do outro, que também erra, obviamente.

Não, eu não acho que trair é legal, repito. Mas saber que muita gente assistiu ao vídeo da Fabíola e não se incomodou, nem um pouco, com a forma como ela foi tratada e exposta é o que me preocupa, pra dedéu. Gente que compartilhou piadinhas sem sequer se importar com as consequências daquela exposição desnecessária na vida da moça. Gente que, mesmo depois deste texto – e de já terem feito coisas bem piores do que aquela que a Fabiola fez -, com ódio gratuito nos olhos, dirão: “Bem feito, vadia!”.

Vamos com calma, galera. Ou, além dos filhos, também vão me fazer desistir de adotar um cachorro. Ah, e me façam um favor: preocupem-se mais com a vida de vocês e, antes de qualquer atitude, coloquem-se no lugar do outro.

Fonte: SuperEla

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