As quatro possíveis malas que carregamos

0
A mala da “genética” contém todas nossas características físicas, reais, adquiridas na gestação de nossas mães.

A mala “familiar”, com todas as formas de educação de nossos pais, nossas famílias, o que pode, o que não pode, o “eu aprendi assim”.

O “ambiente” – a mala do mineiro, do nordestino, do carioca, etc. Faz referência ao lugar de ambientação. Cheia de coisas que fomos habituados, o conhecimento e habilidade de dominar algo – a partir da vivência e experiência.

Já a mala da “personalidade”, é a que carregamos contendo a mais pura originalidade do ser. O ser individual, do “seu jeito de ser”. A personalidade pessoal de cada um de nós.

Por essa ninguém esperava

0
Um senhor de idade, sentado no banco de um parque, viu sentar-se ao seu lado um jovem esportista de cabelo arrepiado e multicolorido tão estranho que ele não conseguia parar de olhar.
– Qual é o problema, velhinho? – o jovem perguntou ironicamente. – Nunca fez nada maluco na vida?
– Bem, num momento de loucura movido pelo álcool, uma vez fiz amor com uma arara – respondeu o homem (velhinho). – Eu só estava imaginando se você é meu filho.
Lisa Mcdermott. Austrália (revista Seleções – 03/07)

QUAL O HOMEM IDEAL?

0

Humor: aquele que te faz rir
Cama: o sujeito tem pegada
Sensibilidade: ele sabe te ouvir
Fidelidade: só tem olhos pra você
Beleza: meu Deus, o que é aquele homem
Dinheiro: não se preocupe em pagar a conta
Poder: ele é o cara
Pai: acorda de madrugada e troca a fralda do bebê
Inteligência: o cara é cabeça
Famoso: as outras vão morrer de inveja

Outras qualidades: qual o seu modelo ideal?

República Altoé, fase um.

0

No ano de 2000, é dado início do projeto do ex-marista Valter Altoé. Instituir uma casa em Belo Horizonte, para acolher os jovens que viessem do Vale do Jequitinhonha, com o propósito de ingressar no ensino superior.
As primeiras idéias do meu amigo eram um lugar para esses jovens ficarem, poderem estudar bastante, um ambiente que priorizasse o estudo contínuo. Era pré-requisito, estudar e estudar sempre. Um outro requisito, encontrar emprego para manter-se. Algo de trabalho que proporcionasse o sustento próprio e comunitário.
Fui o primeiro a poder participar desse projeto. Após dois meses de aquisição do imóvel, mudei para a casa do Valter. Antes eu morava com uma família (muito amigos), também eram do vale. Fomos recebidos no lugar onde se encontra a casa, com bastante alegria pela família do Seu Tião. Um ambiente, que sobrevive às injustiças da organização pública e política do nosso país. A vila Marieta (paralela á avenida senador Levindo Coelho – no Tirol) é um lugar maravilhoso, de ruas (apenas as três existentes) cheias de pessoas acolhedoras, crianças; ainda que necessitam de cuidados, muito alegres e espertas, em fim, um lugar onde o Brasil acontece.
A princípio moravam na casa eu e o Valter. Com aproximadamente dois meses depois tivemos a brilhante companhia do Adilson. Nesse período ninguém ainda havia se matriculado no curso superior. O Adilson já fazia cursinho, e na primeira vez que tentou vestibular ele passou. Eu, só estava trabalhando e estudava em casa, o Valter fazia a mesma coisa. Depois o Valter foi o próximo a passar no vestibular. Quando isso aconteceu, a casa tinha também a permanência do Adão, e posteriormente da Shirlei. Um momento de grandes adventos na casa, a chegada do André (irmão do Adão), depois da Simone (cacá).
Éramos uma família de sete pessoas. Dois pretendiam estudar serviço social, um optou pela letras, outro jornalismo, mais um integrante queria estudar administração e os outros dois, indecisos entre a pedagogia e a medicina. Cinco trabalhavam na mesma empresa, o que cada vez mais contribuía para a consolidação da amizade. Foram bons momentos, de partilha, de ajuda, de divisão de tarefas na casa, de ir para o supermercado fazer compras e de muita alegria.
Puxa, esqueci do Mike… Na próxima fase, aguardem. Mike desculpe-me.

Uma escolha pelo digital

0
Do ponto de vista de alguns estudiosos, o meio digital atinge logo o ponto principal do texto noticioso e fornece, de maneira rápida, o que interessa ao leitor, proporcionando um ambiente mais interativo.
Esse tema foi abordado nas aulas de jornalismo on-line, durante a minha fase de estudante no curso de comunicação social com ênfase em jornalismo. Por essa ocasião, fiz experimentação da linguagem digital, construção de sites, web blogs, e aperfeiçoamento da linguagem digital despertando meu interresse pelo jornalismo em ambiente digital.
Ao estudar jornalismo digital, creio que poderei ter um maior entendimento e desenvolvimento dessa linguagem, utilizando-se dos recursos e características disponíveis na comunicação.
A julgar pelo que aparece na apresentação e ementa descritiva, vejo que este curso será valioso e significativo refletir sobre a produção e difusão da informação no meio digital e pensar na sua função para a sociedade contemporânea.
A partir dos conhecimentos adquiridos, pretendo conduzir e usar, de forma ética e crítica, a informação, por considerar ou seu poder de influência e sua relação socio cultural.
Go to Top