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Sudão do Sul – a guerra ainda não acabou

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No Território do Sudão do Sul, África É que foi verificada uma das mais sangrentas e amargas Guerras da humanidade. A partir de 2011, o Sudão do Sul ganhou a independência do Sudão após um acordo de paz de 2005 que encerrou a guerra civil mais longa da África.

Depois de um referendo, em que a esmagadora maioria dos sul-sudaneses votaram a favor da secessão, o mais novo país da África veio a ser, a primeira desde a Eritréia que se separou da Etiópia em 1993.

Mas duas províncias sudanesas, Kordofan do Sul e Nilo Azul, das quais as pessoas predominantemente queriam se tornar os cidadãos da nova nação, foram excluídos do negócio.

O SPLM-N, a filial norte do Movimento do Sudão Popular de Libertação (SPLM) no Sul do Sudão, consequentemente, pegaram em armas novamente contra o governo sudanês do presidente Omar al-Bashir, e combate continuou dentro e fora desde então. Mas o Mundo finge não saber disto.

Cinco anos atrás, quando a guerra começou, Pessoas e Poder enviou repórter Callum Macrae para investigar alegações de crimes de guerra cometidos pelo regime de Bashir na região. No mês passado, ele voltou.

Fonte: Al Jazeera

O Futuro Que Queremos – um texto que não convence, que não encanta e que frustra.

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O texto final da Rio+20 já está disponível no site da ONU. Para virar documento formal ele ainda vai passar pela aprovação de mais de 190 países membros da entidade. Acesse e baixe aqui.

O Futuro Que Queremos“, nome dado ao documento final da conferência no Brasil traz consigo dois entraves e fonte das principais críticas dos ambientalistas e ativistas do mundo inteiro. Um desses foi a pauta sugerida pelo Brasil e China, gigantes das economias emergentes, de que os países ricos e emergentes criem um fundo de financiamento sustentável para os países mais pobres, como os dos continentes Africano, América Latina e  alguns extremos Asiáticos. Sem sucesso. Os países das maiores economias e de maiores potência bélica foram contra – os EUA encabeçam a lista, seguido pelos grandalhões europeus.

Esta proposta resultaria em um fundo de 30 bilhões de dólares para o desenvolvimento sustentável na produção de bens de consumo, energia limpa e principalmente alimentos.

O outro fracasso foi a proposta dos Países Africanos de que o PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, recebesse o status de agência do órgão. Como as outras, Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância e Juventude) e Unesco (Fundo das Nações Unidas para a Educação e Cultura).

Houve rejeição  principalmente da União Europeia.

Piratas da Somália: o que é fato? E versão? E o que compreende-se por pirataria?

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Pirataria na Somália: pesca ilegal, descarte de lixo tóxico, assalto à embarcações e situação de desgoverno.

FATOS – Certamente você já ouvir a expressão “Piratas da Somália”. É muito comum em quase todos os jornais, na TV, na Internet a publicação de material com viés difamatório ou denunciante de uma atividade ilícita, criminosa, praticada por cidadãos africanos na costa do Oceano Indico, no Golfo do Aden, no lesta da África.

Certamente também deve lembrar dos ensinamentos de História na fase colegial, onde ouvimos falar de incenso, mirra e especiarias – um grande mercado de trocas naquela época, com grande parte dos países europeus. Enquanto foi promissor e exploratório esta parte do mundo representava interesses da outra parte – Ocidente e países ricos da Europa.

Porém, desde o início da década de 1990, com o enfraquecimento da economia local, uma situação de “desgoverno” e crimes de guerra pós a guerra civil – a Somália volta ao cenário internacional. É o que podemos chamar de escalada das verdades absolutas de Piratas Somalis. A prática de invasão e sequestro de navios ao largo do Chifre da África (região de ataque) fez com que explodissem o termo de pirataria naquela região.

FATOS E VERSÕES – uma grande parte da navegação por ali é de grandes embarcações petroleiras e uma espécie de “caminhão do lixo” – são navios carregados de lixo tóxico, materiais de danos irreparáveis e nucleares que são jogados nas profundas águas da costa da nação Somália. A maioria dos Países europeus têm essas práticas. Sobretudo os mais industrializados, ricos e colonizadores.

Parte da fonte de riqueza e sustento da Somália era oriunda da atividade pesqueira artesanal – cujo a concentração da operação é dominada por famílias e suas gerações futuras. Toda a pesca era feita sem nenhuma instrumentalização mecânica ou tecnológica. Com o aumento da atividade de descarregamento de lixo tóxico nas águas do leste africano, os cardumes de peixes foi ficando cada vez mais escaços. O que dificultou a atividade pesqueira na região.

Um outro fator é a onda de tsunamis e terremotos ocorridos nos últimos tempos próximo a região. Geologicamente, em um processo de cadeia, as águas dos oceanos sofrem uma reviravolta na ocorrência destes fenômenos (não naturais por espécie, e sim por atividades humanas desastrosas na natureza), e trazem às prais da Somália verdadeiras montanhas de lixo. Causando prejuízos até no turismo local.

OUTRAS FREQUÊNCIAS – Uma questão em debate é que para este simples post, nas minhas pesquisas no Google, é que os 12 primeiros documentos mostrados é EXCLUSIVAMENTE sobre a atividade de pirataria na região. Nem mesmo sobre a fome que extingue a população de crianças no País é destaque. Um outro fator alimentador do negócio do crime é que há uma desproporcionalidade na pesca pelos homens somalis do bem que restam por lá. A pesca artesanal perde para os grande navios estrangeiros de pesca, que tiram o sustento destas famílias. Lá não há lei de pesca predatória, a “época da piracema“, as grandes embarcações pescam cardumes jovens de peixes, lagostas recém-nascidas, etc. clique no link anterior e veja o comentário de Arnaldo Jabor.

Os piratas são ex-pescadores, agricultores, artesãos e crianças que perderam seus pais e a maioria dos parentes na guerra civil.

Vale a pena ver, é novo:

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