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Transporte Público: como fazer dele uma alternativa para uma mobilidade sustentável e viável?

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image (18)Se o século XX foi marcado pelo uso excessivo de automóveis, o século XXI será o da busca por soluções que melhorem a qualidade de vida dos habitantes nas cidades. Por isso, administradores públicos, empresas e pessoas buscam formas de priorizar o transporte público – ônibus, metrô e trem – e oferecer às zonas urbanas alternativas para uma mobilidade sustentável e viável no longo prazo. O blog Inhabitat, ligado ao Boston Architectural College, fez uma lista com as cinco cidades que mais se destacam quando o assunto é transporte coletivo. Confira:

1º lugar: Tóquio
Na capital japonesa, o transporte público é a espinha dorsal da cidade e a primeira opção da população para se deslocar. A rede é complexa: metrô, VLT (bondes), trens urbanos, ônibus e balsas realizam 30 milhões de viagens diárias.

2º lugar: Nova York
Na Big Apple, são várias as possibilidades de locomoção: ônibus, trem, metrô, bicicletas, balsas e até faixas exclusivas para pedestres. O transporte público funciona 24 horas por dia e atende toda a demanda da cidade.

3º lugar: Londres
A cidade do maior e mais antigo metrô do mundo (1863), o London Underground, ainda hoje é um dos mais eficientes. São 268 estações e cerca de 400 km de extensão. A capital inglesa ainda conta com uma vasta rede de ônibus, trens na superfície e bondes suburbanos.

4º lugar: Paris
Você encontra na capital francesa uma estação de metrô a cada 500 metros. E são pelo menos 300 estações. Paris ainda tem uma extensa linha de ônibus de superfície, oito linhas de VLT (bondes) e um sistema de aluguel de bicicletas com 1.400 estações.

5º lugar: Moscou
Inaugurado em 1935, a capital russa tem um dos sistemas mais pontuais do planeta. Mais de 8 milhões de passageiros utilizam diariamente o metrô de Moscou, que tem 305 km de extensão.

A matéria completa pode ser lida no site do Instituto Akatu.

Fonte: As Boas Novas

iPhone 5 – um misto de frisson e “modernidade” devastadora

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Toda vez que um novo iPhone está para ser lançado, produz-se um frisson mundial. No caso do novo Iphone 5S, não foi diferente. Pessoas acamparam por semanas em frente à loja da Apple em Nova York, esperando que suas portas se abrissem. Quando isso finalmente ocorreu, foram saudadas pelos funcionários como se tivessem acabado de conquistar uma medalha de ouro nas Olimpíadas. Mas por trás de toda a fanfarra de marketing, existe uma realidade que quase nunca é acompanhada pela mídia com tanta empolgação como as filas em frente das lojas.

tumblr_md39x9hkt01r5vp1oo1_500O jornalista britânico George Monbiot começou a revelá-la esta semana, em seu blog. A Apple, demonstrou ele, participa de um dos crimes ambientais que melhor expõem a desigualdade das relações Norte-Sul e a irracionalidade contemporânea. Ela provavelmente compra estanho produzido, na Indonésia, em relações sociais e de desprezo pela natureza que lembram as do século 19. Pior: convidada por ativistas a corrigir esta prática, a empresa esquiva-se – destoando inclusive de suas concorrentes. E, ao fazê-lo, usa argumentos que sugerem: trata o público s seus consumidores como se fossem incapazes de outra atitude mental além do ímpeto de consumo.

Monbiot refere-se ao uso, pelos fabricantes de celulares, do estanho extraído da ilha de Bangka, na Indonésia. O metal é indispensável para a soldagem interna dos smartphones. Cerca de 30% da produção global concentra-se na Indonésia – mais precisamente, em Bangka. O problema são as condições de extração.

O jornalista as descreve: “Uma orgia de mineração sem regras está reduzindo um sistema complexo de florestas tropicais e campos a uma paisagem pós-holocausto de areia e subsolo ácido. Dragas de estanho, nas águas costeiras, também estão varrendo os corais, os manguezais, os mariscos gigantes, a pesca e as praias usadas como ninhos pelas tartarugas”.

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A cobiça pelo estanho barato não poupa nem a natureza, nem o ser humano. Monbiot prossegue: “Crianças são empregadas, em condições chocantes. Em média, um mineiro morre, em acidente de trabalho, a cada semana. A água limpa está desaparacendo. A malária espalha-se e os mosquitos proliferam nas minas abandonadas. Pequenos agricultores são removidos de suas terras”

Estas condições desesperadoras desencadearam reação de ativistas. A organização internacional Amigos da Terra articulou o movimento. Não se trata de algo conduzido por rebeldes sem causa. A campanha reconhece que eliminar a mineração seria uma proposta inviável, por desempregar milhares de pessoas. Propõe, ao contrário, um pacto. Todo o estanho produzido em Bangka é adquirido pelas corporações que fabricam celulares. Se elas concordarem em respeitar condições sociais e ambientais decentes, a exploração de gente e da natureza não poderá prosseguir.

Sete fabricantes transnacionais abriram diálogo com a campanha: Samsung, Philips, Nokia, Sony, Blackberry, Motorola e LG. A única das grandes fabricantes a se recusar foi a Apple – também conhecida por encomendar a fabricação de seus aparelhos às indústrias de ultra-exploração do trabalho humano da Foxconn.

O mais bizarro, conta Monbiot, são os estratagemas primitivos usados pela Apple para evitar um compromisso de respeito aos direitos e à natureza. O jornalista procurou por duas vezes, nos últimos dias, o diretor de Relações Públicas da empresa. Propôs, em nome da transparência, um diálogo gravado. Sugestão negada. Na conversa reservada, relata, não obteve informação alguma, exceto uma sugestão: dirija-se a nosso site.

Mas é lá, diverte-se Monbiot, que a Apple mais zomba da inteligência dos consumidores. A corporação informa, placidamente, que “a Ilha de Bangka, na Indonésia, é uma das principais regiões produtoras de estanho no mundo. Preocupações recentes sobre a mineração ilegal de estanho na região levaram a Apple a uma visitas de inspeção, para saber mais”. Mas a Apple não reconhece que compra o metal produzido em Bangka – provavelmente para não se comprometer com a campanha contra a exploração devastadora. O jornalista, então, pergunta: “Por que dar-se ao trabalho de uma visita de inspeção, se você não usa o estanho da ilha? E se você usa, por que não admiti-lo?”

Tudo isso sugeriria renunciar a um celular? Claro que não, diz Monbiot. Trata-se de exigir das empresas respeito a normas sociais e ambientais. Pressionadas, sete corporações transnacionais ao menos admitiram debater o tema. A Apple destoou. Quem tem respeito pelos direitos sociais e pela natureza deveria evitar os aparelhos da empresa, recomenda o jornalista.

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Quem quer ir além pode, por exemplo, optar pelo Fairphone, celular produzido por empreendedores expressamente interessados em proteger direitos e ambiente. Estará disponível a partir de dezembro. Porém, mais de 15 mil unidades já foram vendidas, nos últimos meses a consumidores conscientes.

Fonte: Carta Capital / Outras Palavras

Entenda como funciona o Sistema de Vigilância Americano denunciado por Edward Snowden

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Fonte: Folha de São Paulo

Tecnologia da Informação & Comunicação

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O Blog do Marcone vai divulgar o que há de mais recente no mundo digital, na rede e quais são as novas tecnologias do mercado.

Fonte: Olhar Digital

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