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Algumas ideias para melhorar Belo Horizonte e Região Metropolitana. O que mais você faria?

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Janeiro é sempre igual. Animados com uma chance de recomeçar a vida em um ano novo, prometemos mundos e fundos –parar de fumar, entrar na academia, começar uma dieta… Aproveitando a disposição que as pessoas têm nesta época do ano para fazer mudanças em seu modo de viver, o Blog do Marcone quis saber o que você belo-horizontino e da RMBH , de nascença ou por opção, estão prometendo para melhorar a cidade em 2013.

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Empresa do Prefeito de BH, Márcio Lacerda (PSB) é investigada pela Polícia Federal.

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Uma empresa controlada pelo prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), está sendo investigada pela Polícia Federal por suspeita de enviar ilegalmente US$ 117 mil a uma conta movimentada por doleiros em Nova York. As remessas teriam sido feitas em nome da Construtel Tecnologia e Serviços S.A., entre 2001 e 2002, sem comunicar às autoridades brasileiras. A PF diz que Lacerda era sócio majoritário, diretor-presidente e representante legal da empresa nesse período. O Tribunal Regional Federal da 1° Região (TRF-1), no entanto, declarou no mês passado que não houve “comprovação objetiva” de que Lacerda, à época, era diretor-presidente da empresa. Até aquela data, Lacerda não ocupava cargos públicos. Atualmente a empresa é comandada pelo filho do prefeito, Gabriel Nascimento de Lacerda.
A investigação faz parte da Operação Farol da Colina, iniciada pela Polícia Federal em 2001 em sete estados brasileiros e que teve como alvo os doleiros, acusados de evasão de divisas, sonegação, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Mais de 50 pessoas foram presas. O dinheiro enviado ilegalmente passava por subcontas ligadas a uma conta-mãe (chamada de conta-ônibus) em bancos norte-americanos, como Beacon Hill e JP Morgan, baseado em uma relação de confiança entre doleiro e cliente. O doleiro recebia o dinheiro no Brasil e determinava o depósito de igual quantia no exterior, sem qualquer registro no sistema financeiro, o que tornava impossível a fiscalização pelas autoridades monetárias. Essas transações envolvem contabilidades paralelas efetuadas nos dois países.
Doações Lacerda e Construtel doaram para as campanhas eleitorais, em 2002, R$ 1,15 milhão, sendo R$ 750 mil do bolso do prefeito e outros R$ 400 mil da empresa. Quem mais recebeu foi Ciro Gomes, então candidato a presidente pelo PPS. Quando Ciro foi nomeado ministro da Integração Nacional, levou Lacerda como secretário-executivo, mas ele acabou pedindo para deixar o cargo quando teve o nome incluído como beneficiário de R$ 457 mil do caixa dois do PT, no escândalo do mensalão. Lacerda afirmou que o dinheiro foi para a agência New Trade, que teria gravado programas da candidatura de Ciro Gomes. Na última declaração de patrimônio, feita na campanha pela PBH em 2008, declarou patrimônio de R$ 55 milhões.
O advogado de Lacerda, Sérgio Rosenthal, argumenta que o inquérito não foi instaurado para investigar o prefeito, mas as operações financeiras feitas no exterior. “Foi usada uma empresa chamada Construtel, mas Lacerda não teve nenhuma relação com isso”, afirma. De acordo com o advogado, o prefeito já prestou esclarecimentos à PF. “Para ser envolvido teria que ter participação ativa em algum ato criminoso”, justifica. O processo agora retorna à primeira instância.

Fonte: Portal UAI,

Amabulante, mendingo e crianças na mira do Decreto Estadual.

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O Decreto Estadual citado na foto acima aparenta ser preconceituoso e discriminador.

  • Mas não dá pra deixar de considerar que o vendedor ambulante movimenta a economia do País.

  • Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) o comércio ambulante ou economia informal movimenta R$ 17 bilhões ao ano.

  • Isso é mais da metade representada pelas microempresas do Brasil.

  • Mas o País ainda é carente de uma política econômica capaz de reverter esse quadro.

  • O trabalhador informal não contribui com impostos, taxas, etc. No fim do ciclo da atividade laboral, de trabalho, esse mesmo cidadão vai depender dos serviços públicos de assistência social.

  • Esse profissional também está exposto aos trabalhos dos órgãos regulatórios, que fiscalizam essas atividades.

  • Ainda um pouco mais fácil pra ele, porque o País fiscaliza muito mal as atividades ilegais que seja elas de qualquer natureza.

Em 2003, 31% dos homens que estavam no trabalho informal não conseguiram um emprego pelos métodos formais. E 32% das mulheres que estão nas ruas e praças na atividade ambulante fazem isso para complementar a renda familiar.

Crianças e Adolescentes vendendo bala dentro dos ônibus e nas ruas: isso também é outra prática comum nos grandes centros urbanos. Alguns especialistas consideram a atividade um tanto perigosa quanto o aliciamento de crianças para o tráfico de drogas.

  • As crianças não vendem balas por vontade própria. Em muitos casos as famílias as obrigam entrar nesta atividade ilegal. Enquanto isso os pais estão se drogando ou prostituindo. Isso nas condições generalizadas.

  • Qualquer criança tem o direito garantido de brincar, estudar e viver a sua infância de maneira natural.

  • A legislação brasileira proíbe o trabalho antes dos 16 anos permitindo a prática de Aprendiz a partir dos 14 anos. Em ambos os casos é obrigatório também à inscrição e a frequência escolar.

  • A rua é um local de risco para todos. Inclusive as crianças e os adolescentes. Nos malabarismos em sinal de trânsitos imputa-os aos riscos de atropelamentos, exposição excessiva ao sol, chuva e frio, etc.

  • Hoje, é muito comum acidentes com graves queimaduras pelos malabares de fogo e quedas das pernas-de-pau.

  • Aumentou o número de crianças e adolescentes aliciadas para a prostituição infantil e o tráfico de entorpecentes.

Grande maioria dessas crianças abandona a escola a partir dos 12 anos de idade. Aumentando as estatísticas dos adultos sem escolaridade e mal preparado para o mercado de trabalho.

Em Belo Horizonte chegam 86 novas crianças e adolescentes para o trabalho  nas ruas e avenidas.

  • 77 % são do sexo masculino

  • 48 % são crianças de até 11 anos

  • 52 % são adolescentes entre 12 e 17 anos

  • Mais de 90% deles residem com seus pais e dormem na casa dos mesmos.

 

 

 

 

 

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