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10 COISAS QUE UMA VAGINA PODE ENSINAR SOBRE MATURIDADE EMOCIONAL

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Quando escrevi sobre 7 coisas que um pinto pode ensinar sobre paz de espírito [leia aqui] logicamente era uma metáfora bem humorada para falar sobre elementos psicológicos. O mesmo acontece agora, percebi que existe uma sabedoria vaginal tão ou mais impactante que a do pinto.

Existe um chamado profundo ali

 1. Abertura

Poucas pessoas se mostram realmente abertas quando o assunto é relacionamento, imediatamente já estão impondo suas palavras e jeito de ser. A vagina tem uma presença de abertura discreta em relação ao mundo. É inegável sua existência, mas ao mesmo tempo incrível como não obriga ninguém a nada, pois está ali de coração aberto.

2. Ser receptivo

A vantagem da vagina é que ela guarda um mundo de possibilidades com seu vazio interior. Tudo pode acontecer, assim como é a vida. Sabe aquele silêncio que teimamos em preencher falando sem sentido ou aquela declaração que precipitamos descontroladamente? O que é receptivo precisa ser preenchido com consciência.

3. Criatividade

O vazio abre espaço para criação, a vagina abre espaço interno para um ser humano se desenvolver e sair cheio de potenciais. Em nossa existência achamos que só a concretização, a fala ou a ação constroem. O espaço vazio oferece essa possibilidade fermentando novas realizações.

4. A flexibilidade

A elasticidade da vagina ensina a arte de ser flexível na vida. A rigidez, a dureza e implacabilidade são doenças da mente e impedem que as mudanças cheguem trazendo renovações. As mudanças tiram nossas muletas, despertam desafios, questionam as certezas e furam nossas cegueiras mentais. Sem flexibilidade o tolo permanece errando a todo momento.

5. Acolhimento

Por ser flexível a vagina acolhe aquilo que chega até ela. Oferece sua textura macia, calorosa e refrescante para quem sabe se colocar de forma correta. Ela é justa e extremamente hospitaleira com quem se esforça e empenha.

6. É preciso movimento

Na vagina a paralisia absoluta não cria nada, é preciso movimento, ritmo, jeito e continuidade. Projetos inacabados ou resultados precipitados não ganham crédito com ela. É na troca de intensidade, calor, ternura e dedicação que a vagina, como as relações, funcionam e prosperam.

7. A ginga

Quem pensa que tamanho e grandeza garante tudo está enganado. A vagina ensina que na cama, como na vida, não adianta ser robusto se não tiver ginga. De que adianta ter uma ideia genialmente grande, mas que na prática se mostra frágil e desajeitada?

8. Precisa de muito carinho

Não tente convencer uma vagina a se derreter em suas mãos sem muito estímulo e carícia. Na arte de convencer alguém recomendo o mesmo, suavidade associada e consistência consegue criar muito mais conexão do que rispidez. Ir direto ao ponto numa conversa, como no sexo, não irá deixar nada lubrificado e facilitado. Aprenda essa sábia lição.

9. Não é óbvia

Diferente do homem que está exposto como algo que já diz para o que veio a vagina tem aquela beleza misteriosa. Ela é sutil e cheia de entrelinhas, nada óbvia. Para você descobrir seus pontos de contato e prazer precisa ser engenhoso, pesquisador e curioso. Ela não dá tudo na primeira investigada e mesmo na milésima sempre existe algo a se descobrir nessa profundidade.

10. Tem vários pontos de prazer

Na vida costumamos depositar todas as nossas fichas num ponto só para obter resultado. Garanto que não funciona, a vagina ensina que existem muitas formas de obter o mesmo resultado e se todas tiverem associadas de um modo especial é ainda melhor. Garanta sua felicidade e bem-estar criando múltiplas frentes de alegria e fontes de satisfação. Se uma delas falhar a vagina ensina: procure uma alternativa.

 

Fonte: Sobre A Vida

Você se veste de acordo com o seu biótipo?

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Existe um fator determinante para estar bem vestido: conhecer o seu biótipo.

Biótipo, WTF?

Como reconhecer o seu biótipo

De frente para o espelho (e de preferência só de cueca), seja crítico com você mesmo:

  • Qual a sua altura? Mais de 1,75 você é considerado alto. De 1,65 pra menos você é considerado baixo.
  • Pescoço fino ou grosso? Comprido ou curto?
  • Ombros largos ou estreitos? Musculoso, magricelo?
  • Braços finos ou gordos? Comprido ou curto?
  • Tórax com peito saliente?
  • Barriga e cintura magricela, malhada ou com pancinha de breja?
  • Quadril na mesma linha dos ombros, menor ou maior?
  • Bunda, bundão ou bundinha?
  • Coxas de Ronaldo, Mion ou Mionzinho?
  • Panturrilha de pinóquio ou de fazendeiro carga pesada?
  • Pés de princesa ou de abominável homem das neves?
  • No fim das contas, suas pernas tem mais ou menos o mesmo tamanho do seu tronco, ou um deles é bem mais comprido?

Muitas perguntas, eu sei, mas cada uma dessas respostas pede um tipo de peça diferente. Vale pedir ajuda da namorada, irmã, mãe ou amiga nessa hora. Elas com certeza sabem mais desse tema do que você – e claro, o veem “de fora”, notam aquilo que você não enxerga.

“Oi Clara, aqui é o Felipe. Tudo bem? Seguinte, preciso da sua ajuda urgente! Tenho que descobrir quem eu realmente sou, é algo muito importante pra mim. Você pode me dar uma mão? Depois posso fazer o mesmo contigo…”

“Então, Clara, o seu biótipo é…”

Como já comentei antes, vestir-se bem é um exercício. E um bom jeito de iniciar esse treinamento é reparar em caras que se vestem com o estilo que você curte ou que tenham um corpo parecido com o seu. Porém, mostrar na prática todas as combinações possíveis de características corporais é inviável. Sem mencionar que se eu levar em conta as estações do ano e diferentes ocasiões, vira um livro.

Já que a trupe do PdH não passou no teste (ainda), selecionei alguns caras que mandam bem no quesito estilo, levando em conta o biótipo, para mostrar alguns truques na hora de se vestir.

Barriguinha de respeito

Plan B estourou com essa música, mas o ponto é que ele se veste com muito apreço quando não está na cadeia.

“Sim, sou rapper, sou fino e ainda posso abraçar a Florence de vez em quando.”

Pra disfarçar a pancinha, repare que a lapela do terno vai até onde a dita começa. Não é mais, não é menos. Isso serve para qualquer tipo de agasalho que você use também: deixe fechado até essa altura.

Cores escuras ou de tons semelhantes são sempre favoráveis para quem está acima do peso. Por isso ao usar um terno escuro, você pode (e deve) caprichar na gravata mais chamativa. Tirar a atenção do centro do corpo com um acessório e puxar o olhar para o seu rosto é excelente. Novamente o mesmo serve para roupas casuais. Evite estampas, bolsos e outros possíveis volumes nessa área, já bastam seus pneuzinhos por lá.

O Zach optou pelos tons semelhantes, mas se tivesse escolhido deixar a jaqueta ou cardigan um pouco mais aberto teria ficado muito melhor.

De codinome Bambu

Você é magro ou pior, magro de ruim. Sabe por que toda mulher quer ser assim também? Porque isso quer dizer que ela pode fazer uso de todos os artíficios e novidades da moda sem se preocupar. Não tem estampa ou vestido bufante com mil terecotecos que a impeça.

Então que tal usar isso ao seu favor, assim como o Daniel Day-Lewis?

Até como o açogueiro em “Gangues de Nova Iorque” o cara estava estiloso.

Quem tem esse tipo de corpo pode abusar de peças com tecidos mais estruturados, texturizados e volumosos, como a jaqueta da segunda foto. Repare que o ator sempre tem o pescoço coberto, seja por uma gola ou cachecol, isso tudo porque o pescoço dele é fino. Passando isso para as roupas casuais e mais leves, camisetas polo surtem o mesmo efeito.

Tons contrastantes também ajudam a quebrar em segmentos esse tipo de corpo, dimuindo a sensação que você é magrelo ou comprido. É possível utilizar essa tática com camisetas de listras horizontais ou com sobreposições que darão peso ao corpo tão leve.

Em versão mais tropical, temos o ator Paulo Vilhena. Carioca malandro, usa na medida as peças com um tamanho um pouco maior. O mais comum é ver homens magros com peças muito maiores – não sei de onde eles tiraram que isso pode deixá-los com uma aparência melhor…

Pegador profissional, ator nas horas vagas

Veja só, o Paulo usou de tudo: tecidos brilhantes, estampados (padronagem), cores contrastantes, segmentação da figura, sobreposições e arrematou de vez com o uso de acessórios. Cinto chamativo, colar e carteira. Tá de parabéns.

Agora um ponto em comum que vale a pena ressaltar aqui entre o Daniel e o Paulo é o calçado. Ambos optaram por opções mais pesadas. Esse é um daqueles detalhes que adicionam peso à figura. Pode ser com tênis, botas ou até mesmo chinelos, daqueles com as tiras mais grossas.

Tampinha

Ele definitivamente não é 100%, mas é um bom exemplo. Bono Vox segue à risca os truque de estilo para favorecer a sua figura. Mas vamos esquecer os óculos bizarros nessa história, ok?

A primeira imagem é impagável: dois caras super baixinhos e líderes mundiais, vestidos iguais. Sem gravata, camisa um pouco aberta, terno de botão simples ou duplo, cinto no tom da calça, calça com cintura no lugar e gancho bem rente à virilha, modelagem ajustada ao corpo, usando cores monocromáticas ou de tons similares e sapato social com salto. Sem estampas, peças simples, sem muitos detalhes. Praticamente irmãos gêmeos!

Tudo isso não é mera coincidência. Todo cara de estatura baixa deveria fazer uso desses artifícios.

O próprio Bono dá o exemplo de como utilizar isso em ocasiões informais. No primeiro visual ele mostra como os agasalhos, jaquetas e similares devem ser: fechamento simples. O boné militar, assim como o chinelo com solado grosso, acrescentam alguns centímetros no pequeno irlândes. A única coisa que poderia ser melhor é a camiseta, de gola V alongaria mais um pouquinho e daria destaque ao rosto.

Já no segundo, novamente seguindo cores monocromáticas e desta vez todo em blue jeans (vale falar, “zuper” tendência), Bono acerta novamente. A calça de modelagem reta e com lavagens suaves mais lavagem de bigode de gato (linhas horizontais de “desgaste” na altura da virilha) são perfeitas para homens quem tem entre 1,70 e 1,65 pra menos. E a bota, com um saltinho disfarçado na barra da calça mais comprida, é o toque final.

Outra dica, mais veraneio, é usar bermudas mais curtas, daquelas que acabam um pouco acima do joelho ou exatamente na altura do mesmo. Mais do que isso você perderá a perna. E repito: vamos esquecer os óculos bizarros nessa história.

O seu estilo aproveita o seu biótipo?

Agora eu quero ouvir dos marmanjos leitores PdH: já tinham reparado em detalhes assim?Sabiam que eles fazem essa diferença toda? Que outros caras vocês admiram pelo estilo? (Ou têm vergonha de admitir?)

Verônica Gunther

Sofre de Wanderlust agudo, e faz de tudo nessa vida pra continuar assim. Já trabalhou com moda, marketing, social media e agora acha que é redatora de UX (oi?). Viciada em psicologia da felicidade, fundou a Usina da Formacom uma galera e tem como propósito a felicidade em rede. Stalkeie por aqui.
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A tampa (im)perfeita de cada panela

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Tenho 27 anos, sou solteira e não tenho filhos. Para os mais velhos talvez eu até já figure entre o rol das que ficaram para a titia, já que há uma geração atrás a regra era casar-se até os 20 anos. Mas, para outros, eu ainda não sou um caso perdido: não canso de receber olhares do tipo “A sua vez chegará”, “Vou te apresentar um amigo”.

Quando eu não tenho que ouvir a célebre frase “Relaxa, para toda panela há uma tampa”.

Jorge Amado e Zélia-Gattai: um amor de 56 anos. Panela e tampa, perfeitamente encaixados

É curioso perceber as pessoas desejando a minha salvação, enquanto eu não ache que esteja perdida (pelo menos não nesse aspecto). Aliás, o que garante que alguém que casa e tem filhos seja mais feliz do que alguém que não o faça? Acreditem, é possível ser feliz solteira. Não sei se eu continuarei pensando assim daqui a 20 anos, mas, por enquanto, esse tema não me causa ansiedade. Aliás, acho até que precisamos aprender a ficar bem e sozinhos, para que o relacionamento não se torne uma muleta sem a qual não avançamos, mas um apoio, uma possibilidade de andar ainda melhor.

Conceber um relacionamento ou ainda o pacote “casamento + filhos” como passaportes para a felicidade pressupõe um script cósmico da configuração externa das coisas como garantia de satisfação. Porém, a cara que a nossa vida tem é só fachada: não diz absolutamente nada sobre como estamos nos sentindo de verdade.

Eu não tenho nada contra namorar, casar ou ter filhos. Aliás, já namorei bastante e, se isso vier a acontecer na minha vida de novo, nada contra, acho até bem gostoso. O que parece problemático é assumirmos algum tipo de status civil como sinônimo de felicidade, uma vez que ele, em si, não tem a capacidade de garantir satisfação na vida de alguém, logo, não vem ao caso se considerar na vantagem por ter um maridão e um filhinho lindo. O contrário também é verdadeiro, no caso dos solteiros. Ambas as experiências oferecem inúmeras vantagens e desvantagens, como tudo na vida.

Não se trata de fazer apologia à solteirice. São abundantes os exemplos de solteirões afundados em depressão, assim como a lista de casamentos tensos e infelizes é enorme. A expectativa de que uma configuração de vida em específico nos garanta alguma vantagem perene é o verdadeiro problema. Ainda assim, os indicadores que usamos para avaliar felicidade ainda residem em aspectos bastante externos da nossa vida. Quem nunca escutou o diálogo abaixo?

– Como está fulano?

– Está bem! Casou, teve dois filhos, está com um emprego legal, ganhando bem. Até ofereceram a ele um cargo no exterior. Esse tá encaminhado!

A resposta à pergunta parte de um referencial assustadoramente estreito: o de que estar bem é casar, ter filhos, um emprego legal, ganhar bem, trabalhar no exterior.

Quando recebemos uma reposta dessas na vida, deveríamos refazer a pergunta. Eu quero saber como a pessoa realmente está e não o que ela está fazendo.

“Você não é o seu trabalho”, disse Tyler Durden. Dá pra acrescentar: “Você não é o seu relacionamento”

É completamente alienígena não incluirmos nos nossos indicadores critérios como brilho no olho, disposição, alegria, relaxamento, saúde, enfim, métodos que digam respeito a como a pessoa realmente está. Nós sequer temos linguagem para falar sobre isso. Tanto é que o diálogo abaixo poderia soar estranho e até um pouco piegas.

– E fulana, como está?

– Está super bem! Com o olho brilhando, alegre, saudável, cheia de vida e inspiração!

– Casou?

– Não, nem teve filhos. E acabou de se demitir do trabalho, vai tentar alguma coisa diferente.

Enquanto nossos referenciais de felicidade se limitarem a um empregão, maridão, viagens, dinheiro e filhos, o diálogo acima permanecerá raro e as solteironas (e os solteirões!) continuarão a receber o olhar de “Você é um perdedor”.

Poderíamos pensar que, no fundo, já somos bem moderninhos e que ultrapassamos a noção de que a solteirona é uma loser e que a mulher casada e com filhos se deu bem. Talvez tenhamos de fato ultrapassado essas ideias no nível mais político e social, afinal, ninguém ousaria julgar abertamente uma solteirona, porém, internamente, a sensação predominante parece ser a de que ela está um pouco fora do eixo, está fazendo algo deslocado e com menos chances de sucesso.

O que sustenta esses referenciais estreitos de felicidade parece ser uma crença muito entranhada e sutil de que, de fato, há um gran finale, um momento ideal em que os tambores tocarão para nós, em que vamos encontrar as pessoas perfeitas, ter os filhos perfeitos, a casa perfeita, circunstâncias que finalmente farão da nossa vida uma experiência agradável e angelical. Como esse momento nunca chega, ou, se chega, dura pouco, nos frustramos. Mas ainda assim seguimos, com uma esperançazinha de que há uma luz no fim do túnel, de que para cada panela há uma tampa, de que em algum lugar existe o encaixe perfeito esperando por nós.

Porém, com o passar dos anos, todas as tampas se deformam, entortam, mudam de cor. E aí? Se o que nos sustentava era a perfeição do encaixe, vamos inevitavelmente nos espatifar no chão. Para aliviar a queda e um dia não cair mais, precisamos olhar diretamente para a realidade e ver que as coisas não funcionam como esse software alienígena sugere.

Tom Cruise e Katie Holmes. Feitos um para o outro…

Exercício de contemplação

Um bom exercício prático para ver isso operando, sugerido pelo Lama Padma Samten, é o seguinte:

1. Pegue uma revista Caras antiga cuja capa mostra artistas recém-casados radiantes e felizes na Ilha de Caras. Investigue os próximos capítulos até achar o entortamento da tampa. Se você não encontrou, espere mais um pouco. Esse é um bom exercício para combatermos o péssimo hábito de acharmos que a grama do vizinho é sempre mais verde que a nossa.

2. Concentre-se. Agora pense em quantas pessoas você conhece, incluindo você, que encontraram (várias vezes!) com convicção a tampa para sua panela e depois se entortaram (várias vezes!). Devíamos, no mínimo, sorrir diante das nossas convicções de que encontramos a tampa perfeita, como quem sabe que aquilo é uma piada cósmica gostosa. Pra não chorar depois, podemos sorrir no começo, de saída.

Toda hora me flagro procurando os encaixes perfeitos. E cada vez mais me convenço de que isso é um tiro no pé, porque o mundo é muito mais dinâmico, plástico e maleável do que aquilo que eu espero dele. Por isso, tenho tentado viver a vida com menos expectativas de achar as tampas das panelas. Não só em relacionamento, mas em qualquer área da vida.

É como deixar de acreditar em príncipe encantado, em trabalho encantado, em cidade encantada, em amigos encantados, em corpo encantado, em família encantada. É como parar de exigir um encantamento particular das coisas. E deixar elas serem o que são.

Curiosamente, a coisa toda vai ficando muito mais interessante do que o mundo encantado dos encaixes perfeitos que eu queria pra mim.

Acesse também: Cada panela atrai o olhar da sua tampa.

Fonte: Papo De Homem

12 sinais de que ele está a fim de você.

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Outro dia desses eu li algo sobre como nós, homens, somos seres complicados e indecifráveis durante a conquista. Achei um pouco engraçado quando vi que mulheres também sentem essa certa falta de entendimento quando o assunto é o sexo oposto. A pedidos, montei uma lista com sinais de que ele está interessado em você. Vale lembrar que estar interessado não significa estar apaixonado e muito menos querer casar. E vamos ao que interessa.

1) Ele sonda os seus amigos sobre você. Sempre que pode, cita o seu nome ou pergunta sobre você aos amigos em comum. Essa é uma tática para que eles te digam sobre o suposto interesse dele. Com isso, ele dribla a falta de contato pessoal e se mostra presente de alguma forma para preparar o terreno.

2) Ele puxa assunto com você o tempo todo. Se ele não for um babacão chato, ele vai tentar o tempo todo alimentar assunto com você. Isso vale para aquelas conversas no chat do Facebook, ao telefone e/ou ao vivo. Perceba que ele sempre vai tentar esticar o assunto para manter contato. Além de querer a sua presença, é uma forma dele tentar mostrar que vocês possuem algumas coisas em comum.

3) Ele vai tentar ser divertido na maioria do tempo. Homem sabe que bom humor é essencial para conquistar uma mulher. Quando o cara tem interesse, ele vai tentar se mostrar uma boa companhia para qualquer situação. Isso envolve fazer algumas piadinhas não tão engraçadas e soltar alguns sorrisos espontâneos com você por perto.

4) Ele curtiu uma foto sua sozinha no Facebook. Mais claro do que isso, só se ele curtisse várias fotos suas no Facebook.

5) Ele, subitamente, virou fã da sua banda preferida. Nós, homens, não somos burros. Se tivermos que passar o final de semana inteiro ouvindo a sua banda favorita só para comentar com você sobre as letras, a histórias e render assunto e interesse, nós faremos. O único problema é quando ele não conhece nada da história da banda e acaba soltando algumas pérolas de poser. Mas não é por mal.

6) O tratamento dele é carinhoso. Ele poderia ser cordial e tratar você com normalidade. Mas ele te elogia com certa frequência e parece constantemente interessado em tudo o que você diz (mesmo que não esteja ouvindo nada, de fato). Expressões como “boa noite, meu bem” e “sonhe comigo” e atitudes que demonstram preocupação com o seu bem estar também demonstram certo interesse.

7) Ele faz convites com frequência. Tem uma festa no sábado, ele te chama. Tem aniversário de algum amigo dele num barzinho e ele adoraria que você fosse. O clichê de “quem quer, dá um jeito” é verdadeiro. Mesmo que ele só queira companhia, ele demonstra isso ao convidá-la para sair. Principalmente se o cara já sofreu negativas recorrentes suas e continua insistindo.

8) Ele usa um papo que parece mostrar que “ele é diferente dos outros”. Homem vive num eterno estado de competição com outros homens. Quando o cara começa a utilizar um discurso sobre si mesmo que passa a imagem de “eu sou diferente dos outros” é meio que uma prova de que pode ser diferente para você.

9) Ele toca bastante em você enquanto vocês conversam. Se ele mantiver a mão no seu braço ou encostar muito em você durante o papo, isso representa um sinal corporal de disponibilidade. Se ele estiver olhando pros seus peitos ou pra sua coxa é sinal certeiro.

10) Ele não se importa em deixar outras mulheres saberem que está com você (ou que quer estar). Homens, quando querem só diversão ou não querem, se preocupam em mascarar a relação para que isso não o atrapalhe com outras mulheres. Se ele não tem esse cuidado em mascarar as coisas e, além disso, realiza programas públicos como cinema, teatro e afins, é um sinal de que ele não vê problemas em ser visto com você. Mas sempre há a opção dele ser gay e precisar de você como fachada para ele. É a vida.

11) Ele não demora a responder sms ou a retornar ligação. Homens são lerdos e desatentos. Se o cara mantém contato com você via sms e responde rapidamente, significa que, pelo menos, ele tem consideração por você. Se você liga, ele não atende, mas retorna logo em seguida, é a mesma coisa. A menos que ele tenha ligado por engano ou ache que é outra pessoa.

12) Ele diz que sonhou com você ou que lembrou de você ao ouvir alguma música. Depois dessa, você pode ir lá e escrever na testa dele “é meu”. Mais óbvio que isso, só se ele dissesse com todas as letras que tá afim e quer seu corpo.

Fonte: Entre Todas As Coisas

Capital Sensual: Quais são as suas armas?

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Há pouco tempo descobri que eu passei muitos anos sem saber lidar com a paixonite dos amigos da adolescência e o ciúmes que eu provocava nas amigas.

Elas estavam sempre invejadas com as declarações e as cartas que eu recebia, viviam me dizendo que eu era ruim por continuar os enganando com meu silêncio.  Em minha inocência de 13 anos (numa época em que ainda existia), eu não queria romper com a amizade deles, mas não estava pronta para para retribuir as paqueras, ainda que secretamente gostasse de ser admirada. Certa vez, houve uma eleição e eu ganhei como a aluna mais bonita e isso me envaidecia, só isso, não havia malícia.

Tive que admitir à contragosto que eu chamava atenção por conta da aparência física, apesar de sempre ter me esforçado para ter um bom desempenho nos estudos e na minha profissão.

Essa é Florence Colgate, uma estudante de 18 anos que foi escolhida, por meio de um concurso, “o rosto feminino mais próximo da perfeição” no Reino Unido

Pela minha timidez, eu sempre achei mais fácil lidar com os homens, e tinha dificuldade em me comunicar, nunca andei em grandes grupos ou procurei ser o centro das atenções. De alguma forma, meus amigos homens sempre foram muito mais gentis comigo do que as amigas que não facilitavam muito minha vida. Nunca me relacionei com nenhum deles, além da amizade, minha única paixão era o vôlei e nem pensava em namorar.

Este assédio todo em volta das minhas “qualidades físicas” fazia com que eu me dedicasse ainda mais aos estudos. Nutria certo preconceito contra meninas que eram apenas bonitas e não tinham conteúdo e para mim era importante ser vista também como inteligente. O fato é que havia algo em mim que exercia fascínio nos meninos e afastava (mesmo contra minha vontade) as meninas.

Hoje entendo o motivo: eu tenho Capital Erótico.

Quando amadureci meu interesse pela moda, percebi que a beleza me fascinava, me tornei consultora de moda e comecei a pesquisar o que estava por trás desse magnetismo exercido por modelos e atrizes além da fortuna que gira em torno da indústria da beleza que pode incluir desde o universo hollywoodiano passando pelas estrelas pornos e atingindo qualquer pessoa comum, bonita ou não.

Outros tipos de atrativos já haviam sido estudados por sociólogos, economistas e pesquisadores do comportamento humano:

1. O capital financeiro: o quanto você tem;
2. O capital humano: o quanto você sabe;
3. O capital social: quem você conhece.

O capital erótico, termo usado pela socióloga inglesa Catherine Halkin, analisa um conjunto de elementos físicos e habilidades sociais que fazem parte do patrimônio de cada pessoa e que apesar de terem sido nomeados apenas agora, sempre existiram e há muito são utilizados, principalmente pela indústria da beleza e do entretenimento. O que poucos notam, admitem ou aprovam é que o Capital Erótico dá vantagem também em muitas outras áreas da vida.

Pense um pouco, quantas pessoas ao seu redor são realmente capazes de te atrair, desviar o seu olhar, te envolver, ganhar naturalmente a sua atenção a ponto de fazer com que você queira se aproximar, saber mais a respeito? Pouquíssimas.

Pessoas atraentes se destacam, são notadas e somos atraídas por elas. E se eu te dissesse que o Capital Erótico (goste ou não) é tão capaz quanto os outros três de abrir portas, conseguir um emprego, mudar de cargo, enriquecer?

O capital erótico é composto de elementos físicos e sociais.

Os elementos físicos são:

1. Beleza rara

Gisele Bündchen

É um elemento estático, que as câmeras podem capturar, uma harmonia de traços faciais e corporais que por sua simetria cria uma impressão agradável e positiva.

Pensem em um menina de nariz grande, alta, muito magra, que anda de um jeito estranho. Agora imaginem que ela é também loira de cabelos levemente ondulados e esvoaçantes e com olhos verdes. Um olheiro conseguiu captar algo além daquela fisionomia incomum. Gisele Bündchen tem um poder de atração inigualável ao caminhar pela passarela e fotografar campanhas publicitárias. Nenhuma outra modelo da história alcançou o patamar de fama e fortuna que lhe são atribuídos.

Ela é camaleoa diante das câmeras, está longe de ter uma beleza comum e seria impossível que uma mulher de 1.85 de altura, loira, linda e magra passasse por qualquer um de nós sem ser percebida. Dizem por aí, que ela pode ser a primeira modelo a atingir a casa do bilhão de dólar.

Ninguém coloca a inteligência dela em cheque. Não é necessário, não é da inteligência que ela vive. É da beleza, do magnetismo e do fascínio que exerce nas pessoas.

Qualquer equipe de RH sabe selecionar, ainda que seja proibido por lei, candidatos ao trabalho de recepção e contato direto com público que tenham esse elemento do Capital Erótico de destaque.

2. Sensualidade

As tchecas sendo, bem, as tchecas

É aquela ginga que Vinícius de Moraes identificou na garota de Ipanema, uma certa mobilidade que instiga o desejo, uma maneira de olhar, caminhar e agir que hipnotiza os outros. Exige movimento para ser capturada.

Lembram da campanha feita por uma cervejaria no twitter das tchecas que viriam ao Brasil? Elas passaram meses preparando o coração de marmanjos de toda internet com frases picantes, vídeos provocadores, trocadilhos sapecas para envolver e cativar os desavisados numa jornada de conquista.

O apelo aparentemente inocente era “brasileiros, nos ajudem!”. Foi uma campanha publicitária de sucesso por um único ponto, a sensualidade das duas era inegável. Fossem duas tchecas sem sal ou açúcar e poucas pessoas teriam se movido fervorosamente naquela direção.

3. Visual

Johnny Depp e seu desleixo minimamente premeditado

Altura, porte, postura aliados aos trajes e estilo na hora de se vestir compõe esse item que se aliam com acessórios como relógios, corte de cabelo, barba, perfumes e maquiagem (para as mulheres). O que é que tem Johnny Depp que faz mulheres suspirarem mundo afora?

Estilo.

Isso fica claro dentro e fora das telas. A escolha de seus personagens é bem detalhista em sua obsessão pelo impacto visual que terá sobre seu público cativo. Quem não se lembra dos memoráveis Edward “mãos de tesoura”, Don Juan de Marco, o Chapeleiro Maluco de Alice, a nova versão de Willy Wonka, Sweeney Todd, Jack Sparrow de Piratas do Caribe e até do vampiro no recém lançado Dark Shadows?

Ele sempre causa furor em cada aparição pública com seu estilo único e irreverente. Não acho que as combinações inusitadas sejam obra do acaso, Johnny Depp parece pensar em cada detalhe do seu traje antes de mostrar a cara e o objetivo é causar impacto. Ele tem personalidade, banca o impacto visual de suas escolha e isso atrai.

4. Sexualidade


Sharon Stone cruza as pernas como quem não quer nada

A confiança que o cafajeste (ou a femme fatale) insinua se apoia na grande capacidade de dar e receber prazer entre quatro paredes. A pegada masculina ou o rebolado feminino aliados à muita criatividade, fôlego e malícia sinalizam uma alta performance. Esse atributo faz parte da intimidade do casal e apenas ali pode ser medido e avaliado com precisão.

É grande a lista de personagens do cinema que foram conhecidos por esse “dom”: Sharon Stone, no filme Instinto Selvagem cumpre bem essa promessa de atrair, domesticar e executar seus parceiros com o sexo “selvagem”. Mickey Rourke, o ex-bonitão de 9 ½ Semanas de Amor, levou a personagem de Kim Besinger à loucura com suas artimanhas sexuais.

Robert Redford no filme Proposta Indecente arrancou suspiros contrariados das mulheres na década de 90 que confessavam resmungando docemente que trocariam de lugar com a personagem de Demi Moore para ter uma noite tórrida de amor com o milionário mesmo sem a proposta de 1 milhão de dólares.

O mito do “teste do sofá” nos dá uma pista de que muitas negociações começam nas paredes frias de grandes empresas e podem terminar exitosamente em lençois secretos. Concordando ou não com a ética implicada nisso ela faz parte do mundo dos negócios.

As habilidades sociais são:

5. Carisma

O Obama é daora, o Obama é descolado

Graça, charme, habilidades na interação com as pessoas, capacidade de fazer as pessoas gostarem de você, sentirem-se confortáveis e felizes na sua presença.

Barack Obama não ganhou as eleições norte-americanas por seu diploma em Harvard. Competência é pré-requisito. Obama tem um aura de simpatia, um sorriso acolhedor, um bom-humor cativante. Se dispõe a dançar em programas de TV, comer hot-dogs em público, assistir jogos de basquete, enfim, agir como cidadão comum.

Isso cria empatia nas pessoas e aproxima, ou seja, por nos identificar à uma pessoa que assume um cargo incomum por meio de atributos ordinários que trazem uma leveza contagiante.

A pessoa carismática causa um fascínio, temos vontade de acompanhar cada passo, gesto e palavra dela com uma adoração cega por sentir algo grandioso.

6. Vivacidade

Hebe Camargo, 80 e sei lá quantos anos de pura vivacidade

Basta um movimento ou misto de interações socias para essa pessoa prender sua atenção por horas, afinal ela une um misto de forma física, energia e bom humor. É aquele cara que todos gostam de ver animando a festa. É aquela pessoa que chega naturalmente e rouba a atenção de todos.

Você não vai poder negar que em algum momento da vida já não quis estar perto daquela mulher idosa de 83 anos, cabelos loiros cheios de laque, com um sotaque interiorano ao som de “Grachinha!”. Hebe Camargo é quase uma unanimidade no que se refere a bem querência.

Alguns podem questionar a qualidade do seu trabalho, mas tudo o que ela conquistou tem muito a ver com sua vitalidade, riso largo e bom humor. Ela é magnética ao falar, tocar e direcionar seu brilho nos olhos e grandes marcas querem emprestar essa vivacidade aos seus produtos e atingir o seu público-alvo. Hebe sempre fez sucesso pelo seu capital erótico, afinal ela também sustenta uma beleza madura invejável.

No mundo do entretenimento, o Capital Erótico desbanca todos os outros.

Agora, pense em um ambiente de trabalho onde todos se vestem mais ou menos de maneira igual, sem criatividade, ou em um ambiente onde uniforme é obrigação. Aquele ou aquela que encontrar uma maneira de se sobressair, ganha ou não destaque? Passa a ser notado (a) ou não?

Quando morei na Itália, deixei uma marca ao dar aulas de inglês para a Polícia Militar Italiana por me destacar das outras três professoras de origem anglo-saxã. O fetiche da mulher brasileira ocasionou uma dezena de homens se pendurando literalmente nas janelas esperando para saber quem era aquela professora simpática e com sorriso largo.

Onde quer que se vá, as pessoas falam do bom gosto estético e das habilidades em se diferenciar. Há que se adequar estilo, personalidade, boa educação e simpatia à competência, até porque beleza e inteligência não são excludentes.

É importante dizer que esses elementos do capital erótico são valorados de forma distinta em culturas diferentes, e em ambientes diversos. Inegável é o fato de que uma pessoa que possui o capital erótico aliado a um dos demais capitais tomar a dianteira.

Os que são muito dotados de outros capitais como a inteligência prodigiosa costumam tratar o capital erótico como um bem “menor”, pois afinal vem de berço e parece sempre associada à futilidade e falta de esforço. Mas o conceito de Capital Erótico deixou claro (ainda que se contrarie o idealismo de alguns) que mesmo a beleza física demanda um trabalho, esforço e aperfeiçoamento constantes.

Se tem alguém aí pensando que é desafortunado por não ter capital erótico e quer romper o preconceito tenho uma boa notícia: Capital Erótico se aprende, se aprimora e se desenvolve. Todos podemos!

Fonte: Papo De Homem

Eu queria, mas sou casado

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Estava eu ontem na laje da Galeria Ouro Fino, com alguns amigos recém-feitos, discutindo olhares sociológicos sobre Recife, rum, whiskey e Macapá. Lá pelas tantas, quase meia-noite, decide-se zarpar rumo ao Studio SP, por conta de algumas entradas gratuitas.

Eis que um dos integrantes do grupo, outro Guilherme, nos lança o petardo:

“Eu queria ir, mas sou casado…”

Putaqueopariu, baita resposta emblemática. Vou me deleitar em interpretações dessa pérola:

“Eu queria

…mas nosso relacionamento pressupõe um código silencioso de posse e presença nos horários combinados como símbolos de fidelidade e atenção – mesmo que o sentimento de posse, exacerbado, seja uma das principais raízes do processo de aversão e, eventualmente, infidelidade.

Casamento é isso, oras: rotina, cersear, amar.”

“Eu não queria

…mas no lugar de simplesmente dizer isso meu ato reflexo é muletear verbalmente com um argumento mais gasto do que a sola do meu sapato. Reforça a ideia de virilidade festeira, podada apenas por força de motivo maior.

Ou talvez, nem quando solteiro me interessaria tanto por essas festas. A namorada até deixaria, mas prefiro pensar que ficaria puta e usar isso como instrumento para, a longo prazo, culpá-la pela minha infelicidade. Assim a reciprocidade nociva do ciúme tem todo o espaço de que precisa pra se instalar, sem pressa.

Auto-engano cremoso, daqueles com cereja por cima. Coisa linda.”

“Eu nem sei se queria

…sendo bem sincero. O casamento acabou se transformando num encosto padrão pra tantas pequenas respostas constituintes de minha identidade que já esqueci de meus reais desejos. Às vezes faço sem vontade, às vezes faço para demonstrar algo, às vezes nem sei o que estou fazendo.

Me perdi de mim mesmo faz tempo. Casamento é isso, não?”

Fonte: Papo De Homem

Sinais que precedem o sexo

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Uma das coisas que mais me fascina é o momento que precede o sexo, aquela hora em que a conversa ou qualquer outra coisa deixa de ser importante e passa ser mero pano de fundo para as pequenas provocações, brincadeiras e troca de sinais. É o jeito sutil de um dizer ao outro:
“Hoje eu quero você.”
É gostoso demais prolongar esse momento ao máximo e curtir cada detalhe. Cada um deles.

Cabelo, pele e desejo nos olhos

Aquela brincadeirinha com os cabelos, em que ela mexe no cabelo todo como se fosse prendê-lo, aquela displicência que tem, como pecado original, mostrar a nuca, a pele, levantar o colo, fazer carinhas danadinhas quando só brincam com as pontinhas e ficam enrolando com os dedos como se quisesse fazer cachos.

O sorriso com leves pitadas de maldade. Algumas fazem com o canto da boca, outras mordem de leve os lábios e ainda tem aquelas que, pra fazer um jogo ainda mais potente, unem um sorriso maravilhoso com o olhar bem penetrante, definindo de cara o que quer.

Aquele sorrisinho…

…e, ah, aqueles olhinhos

As mãos levemente suadas, os pelinhos do braço arrepiados, o sorriso tímido mas complacente. São vários os sinais que poderiam ter absolutamente nada com o sexo, mas que são fundamentais para dar sequência na noite que, com isso, tem tudo pra ser deliciosa.

Você sabe e ela também sabe. Não há mais porque duvidar e ter pressa

Dizem que são poucas as mulheres que tomam a iniciativa na hora do sexo, a maioria prefere que os homens tomem a atitude. Eu concordo, mas todas elas sabem exatamente como nos pedir sem precisar dizer uma palavra.

Tem todo aquele lance das palavras, do jeito de falar. Há o toque, de leve, a alcinha que cai pelo ombro, as mãos que acariciam as pernas, arruma a barra da saia. Essas movimentações aparentemente pudicas querem, na verdade, direcionar o nosso olhar para a pele, para a sedução metódica.

É um jogo dos mais gostosos de jogar. A pressa se faz desnecessária. Ela já está se despindo, antes de mais nada, de qualquer culpa ou negação. São esses momentos que precedem o sexo que as mulheres ficam nuas antes mesmo de tirar a roupa. O decote apertado entre os braços, o cruzar de pernas, a risadinha de qualquer besteira que você fala. Ela está pronta e, com essa certeza no olhar, não há porque abrir o jogo, se apressar nos movimentos.

É só deixar ela se despir para você e pra ela mesma e, depois disso, a nudez e o sexo em sí será, com toda a certeza, bem melhor.

Aqui vai uma seleção de fotos do Apimentadas de olhares e brincadeiras que elas fazem quando querem sexo.

Agora, restam as dúvidas. Meninada, quais são as brincadeiras que elas fazem que vocês mais gostam?

O mesmo serve para as meninas, só que ao contrário: garotas lindas, quais são as brincadeiras que vocês adoram fazer quando sabem que o sexo é iminente?

Fonte: Papo De Homem

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