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Economia Solidária – conheça!

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O trabalhador e o controle sobre o seu próprio tempo.

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Por André Siqueira em Carta Capital,

Pesquisador responsável pelo Programa de Condições de Trabalho e Emprego da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, na Suíça, Jon Messenger é especialista no estudo da carga horária e novas formas de organização no ambiente profissional. Em resposta às perguntas enviadas via e-mail por CartaCapital, Messenger defende que a tecnologia seja usada para dar ao trabalhador mais controle sobre o seu próprio tempo.

CartaCapital: Estamos trabalhando mais do que os nossos pais?
Jon Messenger: A jornada de trabalho média declinou gradualmente no último século. Entretanto, nas décadas recentes, o horário dos regimes de tempo integral se estabilizou em muitos países, enquanto uma crescente proporção de trabalhadores, principalmente mulheres, está trabalhando em tempo parcial (especialmente nos países desenvolvidos). Esta é parte da tendência de diversificação das jornadas, com parte substancial dos empregados trabalhando
por períodos que podem ser tanto mais longos quanto mais curtos do que as horas regulamentares de cada país.

CC: Esse fenômeno ocorre em qualquer lugar ou varia conforme o desenvolvimento da economia e o tipo de ocupação?
JM: A “confusão” das fronteiras entre trabalho remunerado e vida pessoal é o que mais afeta certos tipos de trabalhadores, como os de nível gerencial ou altamente qualificados. Esses profissionais tendem a cumprir maiores jornadas tanto nos mercados desenvolvidos quanto naqueles em desenvolvimento. No entanto, em muitos países em desenvolvimento, as longas jornadas e os baixos salários andam de mãos dadas, já que trabalhadores com baixo nível educacional têm de encarar muitas horas para ganhar o bastante para si mesmos e suas famílias.

CC: Como governos e sindicatos deveriam lidar com as atividades intelectuais, que podem ser executadas em qualquer
lugar?
JM:
É muito mais difícil medir a produtividade em serviços do que na manufatura, particularmente quando se trata de trabalho intelectual. É por isso que o esforço de trabalho nessas posições é frequentemente medido por autoavaliações e indicadores de intensidade de trabalho, estresse e pressão. A pior combinação é a elevada carga de trabalho combinada com o baixo nível de autonomia, a chamada “organização de trabalho de alta pressão, que tem sido associada a inúmeras doenças ocupacionais. Daí a importância de manter as cargas de trabalho em níveis razoáveis e oferecer ao trabalhador o máximo de autonomia possível de acordo com o tipo de posição. E os governos e sindicatos deveriam estimular práticas de trabalho que deem aos trabalhadores mais controle e influência sobre quando, onde e como desempenhar suas tarefas, a chamada time sovereignty (soberania sobre o tempo, em livre tradução).

CC: Em sua opinião, a tecnologia é ou não uma aliada dos trabalhadores?
JM:
As tecnologias emergentes de comunicação e informação (TCI) são uma via de mão dupla. Num sentido, permitem que o trabalho seja realizado a qualquer hora e local. No outro, essas TCI podem oferecer aos trabalhadores a oportunidade de escolher quando, onde
e como vão trabalhar, bem como de poupar tempo e dinheiro gastos no transporte, especialmente em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. Os trabalhadores devem pressionar por práticas que de fato ofereçam mais controle e influência sobre suas próprias atividades, como acordos de tempo flexível, bancos de horas e teleconferências.

Confira na edição impressa de CartaCapital a reportagem de capa “Escravos da tecnologia”, sobre como o tempo dedicado às atividades profissionais tem avançado sobre a vida pessoal dos trabalhadores.

 

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Mais dinheiro para os deputados estaduais de Minas gastarem com aluguel de carros.

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R$ 7 mil por mês. É o valor que cada deputado mineiro vai gastar com aluguel de carros com data retroativa a partir de 01 de fevereiro de 2011. Mas é proibido usar o dinheiro para pagar IPVA, taxas e seguro obrigatório. Uma coisa é proibir, outra é punir quando não se cumpre tal proibição.

Os carros preferidos dos nossos representantes “assembleianos” são Punto e Corolla, ao custo de aluguel na casa dos R$ 3,8 mil no mercado mineiro.

CSS (coisas sem sentido): na cadeia dos responsáveis pela educação de nossos filhos, o professor, um dos principais responsáveis, precisa fazer fazer greve para obter os rendimentos de salário nas cifras dos R$ 1,187 mil – faz sentido ou não?

Dilma corta ali e corta aqui. Mas não mete a mão na bolsa.

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(De Carta Capital) Por Luciana Lima, da Agência Brasil

O benefício a ser pago pelo Programa Bolsa Família a partir deste mês terá reajuste médio de 19,4%, podendo chegar a até 45,5% para os valores pagos na faixa etária até 15 anos de idade. O reajuste foi anunciado hoje (1), durante a visita da presidenta Dilma Rousseff ao município de Irecê, em pleno Sertão baiano. A presidenta participou da abertura de uma feira da economia organizada por produtoras rurais da região.

“Vamos beneficiar quem tem mais filhos e maior dificuldade de enfrentar a vida e um nível de pobreza maior”, disse a presidenta.

De acordo com dados do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 93% dos usuários do cartão são mulheres. O Bolsa Família foi reajustado pela última vez em setembro de 2009.

A Bahia é estado com maior número de famílias beneficiadas pelo programa de distribuição de renda lançado no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mais de 1,7 milhão de famílias baianas recebem o Bolsa Família. Em Irecê, mais de sete mil famílias são atendidas pelo programa.

O segundo estado em número de beneficiados pelo programa é São Paulo, com 1,2 milhão de famílias. Minas Gerais vem em terceiro lugar, com 1,1 milhão de famílias.

O valor ajustado representa, em média, um aumento real de 8,7% acima da inflação do período de setembro de 2009 a março de 2011. Com isso, o benefício médio atual de R$ 96 subirá para R$ 115. Os valores a serem pagos vão variar de R$ 32 a R$ 242. Atualmente vão de R$ 22 a R$ 200.

 

NOVO CONGRESSO É A FAVOR DA REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO

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Na terça-feira, 01 de fevereiro, a nova Câmara de Deputados Federal toma posse. E a Presidenta Dilma Rousseff tem a maioria na Casa para governar o País.

44% dos deputados apóiam a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. 229 são a favor e 116 contra e 69 não opinaram.

Com a redução da jornada sem perdas nos salários dos trabalhadores, os especialistas prevêem um aumento de mais de 2 milhões de empregos no Brasil. A lei de autoria do Senador Inácio Arruda, do PCdoB prevê também um aumento no pagamento de horas extras de 50% para 75%.

A proposta já foi aprovada em uma Comissão da Câmara dos Deputados, no ano passado.

Dê sua opinião, vote na enquete ao lado.


    

"AGORA É GUERRA, TODOS CONTRA A DENGUE FAÇA SUA PARTE".

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Combate à Dengue. Além das ferramentas midiáticas, é preciso investimentos públicos em Saneamento Básico e Saúde.

Veja o Blog “de” Dengue, uma iniciativa da Secretaria Estadual de Saúde. É preciso mais, investir em saneamento básico, saúde e educação para a saúde. Há dinheiro pra isso, só está sendo usado de forma irregular.

Pelo menos é o que afirma a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O órgão entrou na Justiça contra o pagamento ilegal de pensão para ex-governadores, não está previsto na Constituição Federal.

Em Minas Gerais, uma tataraneta do Mártir da Independência, Tiradentes, recebe o benefício. Em outros Estados da União, ex-governantes que ocuparam o cargo por 10 dias também usufruem do dinheiro público.

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Consumismo: Quando o desejo é maior que a necessidade sobra ignorância econômica.

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