Posts tagged Sexo

(+18) Sexo: e quando a sua operadora de telefone vira um método contraceptivo

0

tumblr_mzas5xbY3y1r6kmi7o1_500Você sabe do que falo, e com absoluta certeza despiu alguém pela tela do celular; descreveu de modo minucioso algumas ações; digitou com uma mão. É sexting.

Ele: Não aguento mais de vontade. (Aperta-se com a mão direita)
Ela: Eu também não. Preciso te ver logo… Se vc soubesse como eu tô agora…
Ele: Ah, eu quero ver!
Ela: (Deita de bruços e tira uma foto, por cima do ombro direito, só de calcinha)
Ele: AI CARALHO! Assim vc judia. (Coloca a mão por dentro do short)
Ela: Judio, é? Gosto de te judiar. Imagina se vc tivesse aqui… (Segura o celular com a mão esquerda, apoiada no antebraço, e se toca com a direita por cima da calcinha)
Ele: Ia pular em vc agorinha msm.
Ela: Ou eu ia pular em vc?
Ele: Ia preferir vc pulando msm hahaha
Ela: Mas ia ter coisa antes
Ele: Tipo o q?
Ela: Tipo te chupar bastante
Ele: Muito?
Ela: Muito, muito… Babadinho. Só imagina. (Toca-se por dentro da calcinha, suspira)
Ele: Tô imaginando.
Ela: Quieto! Tô escrevendo
Ele: Hahaha ok
Ela: (Digitando… Digitando… Digitando… Online… Digitando…)
Ele: Tô ansioso hahaha (Começa a se masturbar lentamente)
Ela: Ia pegar seu pau agora, colocar na minha boca, ficar chupando só a cabecinha dele. Daí, eu ia passar a língua do seu saco até a cabeça de novo, e ia descer tipo garganta profunda, te olhando, ia voltar pra cabeça, sugar, ver vc delirando, eu batendo uma pra vc e fazer isso até vc gozar tudinho dentro da minha boquinha. (Passa a língua nos lábios e introduz dois dedos)
Ele: Caralho… Tá foda aqui!
Ela: Deixa ver como vc tá.
Ele: (Deitado, abaixa o short e tira foto) Assim, ó
Ela: Delícia, do jeito q eu quero.
Ele: Tá muito duro! Vc tá me torturando
Ela: Hahaha assim que é bom
Ele: Mas vc sabe o q eu faria depois?
Ela: Me conta o q vc faria comigo
Ele: Só q eu quero ver como vc tá tbm
Ela: Tá (Vira de frente, abre as pernas e outra foto)
Ele: Eta, porra!
Ela: Gostou?
Ele: Demais! Vou contar…
Ela: Conte
Ele: Ia te puxar até a beirada da cama,tirar essa calcinha, te chupar, te chupar, te chupar, daí ia ficar de pé. Juntaria tuas pernas, esticadas, e apoiaria no meu peito, então, ia enfiar meu pau nessa buceta q sei q ia já ia tá quente. Ia ficar segurando seu peito, apertando de leve, e ver sua carinha revirando de T. Depois abrir suas pernas, tipo papai e mamãe… (intensifica o ritmo da masturbação – o antebraço sente)
Ela: Ai… (e acelera a fricção no clitóris)
Ele: …Não, pera… Ia só te virar, debruçar na cama, bunda virada pra mim, e te comer, te comer gostoso, forte e fraco, puxando o teu cabelo, dando até uns tapinhas, que vc falou q curte
Ela: AMO! Hahaha (Ela goza, não interrompe o movimento)
Ele: E vc rebolando com todo o meu pau dentro, fazendo ele girar desde a base, e depois recuando com força, batendo a bunda contra mim (Finaliza em si mesmo, tendo pequenos espasmos) até que eu não aguente mais e goze tudinho em vc
Ela: Vc me deixou de um jeito q eu tive q me comer com os dedos
Ele: E só de imaginar eu bati uma aqui q até cansou o braço
Ela: Amanhã depois da aula vc me pega?
Ele: Antes tbm hahaha
Ela: Já to ansiosa
Ele: Somos dois hahaha
Ele: E vou mandar um vídeo aqui pra vc
Ela: Manda, manda, safado
Ele: Tá indo (vídeo gravado em HD, 16mb, 40 seg)
Ela: Vou me comer pela segunda vez aqui
Ele: Ah, vai!
SMS OPERADORA: VOCÊ USOU 100% DA INTERNET DIARIA E A NAVEGAÇÃO FOI INTERROMPIDA. PARA INFORMAÇÃO DO PACOTE ADICIONAL RESPONDA “ADD 50MB”
SMS Ele: Merda de internet, cabou essa porra… Empata foda

É o método contraceptivo mais eficaz em tempos de vícios tecnológicos, usado por quem mais deseja que nos fodamos sem prazer algum.

Fonte: Entre Todas As Coisas

(+18) Como foi a primeira vez dela?

0

her2Marcela era uma brasileira animada, que aos 17 anos já tinha um trejeito sexy e extrovertido, sem exageros que a fizessem parecer vulgar. Morena clara com 1,68m, curvas bem definidas, cabelos longos e seios fartos. Tinha olhos verdes, mãos grandes e uma boca pequena. Andava sempre bem vestida e perfumada: tinha esse costume bobo de achar que o amor de sua vida se apaixonaria primeiro pelo cheiro. Ainda era virgem: a última da turma de amigas. Mas não se incomodava com isso, já que ainda tinha esse lance de hora certa.

Decidiu fazer intercâmbio sozinha, e ali estava há 7 meses. Teve que aprender a lidar rapidamente com esse lance de assédio: era estrangeira, tinha um sotaque diferente e curvas mais avantajadas que as inglesas. Mas isso não lhe dizia nada. Chegou até a ser taxada de esnobe, quando não fez jus à fama das brasileiras em ficar com todo mundo, o que a fez ficar com ainda menos vontade de conhecer alguém especial. Ia continuar focando nos estudos.

Até que na festa de formatura de um amigo, encontrou Michel, o típico cara estereotipado de quem ela vivia fugindo. Ele era popular, capitão do time de futebol (americano), loiro, alto, magro, forte. Depois que alguns olhares, arriscaram ainda algumas palavras, mas na tentativa precipitada em beijá-la, ela pareceu ter tomado um choque de realidade e afastou-se, após a recusa. Surpreendentemente, ele não era fútil como parecia: ainda se apressou em pedir desculpas e disse que daria um jeito de compensá-la pela precipitação, mas que seu interesse só havia aumentado depois do incidente. Ela abriu meio sorriso, deu de ombros e voltou a dançar com seu amigo formando.

No dia seguinte, eis que o moço toca sua campainha, com direito a buquê de rosas e um cartão de desculpas. Isso porque ele morava a 60km dali e havia gasto bastante saliva para conseguir o endereço dela com um amigo em comum. E ela se derreteu.

Desse dia em diante, ficaram cada vez mais próximos. Ela deixava cada dia mais um pedaço de seu medo pra lá, enquanto ele atravessava duas cidades diariamente só para jantarem juntos. A ligação era forte, e o receio cada vez menor: em dois meses, ela já conhecia toda sua família e falavam em casamento. No meio de tanta certeza do que sentia, ela decidiu que era hora de transarem (ele sempre havia respeitado seus limites). Em 30 dias era viria embora para o Brasil, e não queria se arrepender do que não fez. Sem dia nem hora marcados, ela deixou acontecer.

Estavam sozinhos na casa dele, e as trocas de carícias (agora cada vez mais intensas) começaram no meio de um filme qualquer. Ele ainda teve o cuidado de perguntar se ela tinha certeza do que estava fazendo. Ela assentiu e continuou a beijá-lo, enquanto ele carinhosamente (e muito nervosamente) desabotoava seu sutiã, beijava-lhe os seios e a conduzia para seu quarto. Ela sentiu corar enquanto ele desabotoava seu short.

Estava nervosa, mas ainda sim conseguia gostar daquele momento tão esperado. Soltava risos abafados, misturados com vergonha e tesão. Ainda teve tempo pra pensar “eu poderia estar vestindo algo mais sexy que uma camiseta branca e um short jeans” – e riu.

Despiram-se mutuamente no caminho, e já estavam loucos de desejo quando deitaram finalmente na cama. Cuidadosamente, ele levantou-se e colocou a mesma música que tocava no rádio quando se beijaram pela primeira vez, em seu carro. Era perfeito: tinha amor, carinho, respeito e agora, tesão.

As preliminares foram calmas e deliciosamente orais. Pela primeira vez na vida, alguém chupou-a. Sem saber muito como reagir, contorcia-se de prazer e soltava gemidos abafados até quase gozar (sem ao menos saber o que era isso) e, morrendo de vontade de provar o sabor da penetração, puxá-lo para perto de si pedindo (quase implorando) com os olhos que ele a penetrasse.

Enquanto ele colocava a camisinha, ela tremia. Não havia medo, nem arrependimento, mas sua cabeça estava a mil. Queria aquilo, apesar da inexperiência ou da dor. Queria MUITO. E ele estava sendo perfeito: cuidadosamente, penetrou-a de leve até sentir estourar o hímen. Ela gemeu. Inesperadamente, mais de prazer do que dor, pra ser sincera.

Aos poucos, conseguiu penetrar mais fundo e mais forte, intensificar os movimentos de vai e vem dos corpos, e deixando fluir toda a libido acumulada em formatos de beijos fortes e apertões. Abraçavam-se forte enquanto transavam, como se pairasse ali todo o medo e pressão da despedida, que se aproximava. Queriam se prender naquele momento, e provavelmente ali estariam até hoje se o tempo permitisse.

Transaram apenas na posição de papai e mamãe, e ainda assim, ela conseguiu sentir prazer. Era tanto tesão que não cabiam em si: ele gozou logo. De uma maneira toda desajeitada, cheia de medos e inexperiência, em meio à sentimentos fortes e vontades de adolescentes apaixonados, Marcela teve finalmente sua primeira vez: sem dor, sem arrependimentos, e com o primeiro cara que ela realmente amou na vida.

Claro que não foram felizes para sempre; mas foram felizes enquanto foram dois. Perderam completamente o contato, mas ela espera que ele esteja bem. Que ainda seja um cara tão incrível. E agradece por ainda sorrir bem largo quando fecha os olhos e lembra do quanto foram felizes juntos.

Fonte: Entre Todas As Coisas

(+18) Na primeira vez

0

Fico intrigada quando alguém comenta que a primeira vez é sempre uma droga.

tumblr_mg6kapRZ2p1s22gd1o1_500Dá para entender quando a primeira vez em questão é o começo de tudo, a trepada número um, quando ainda não se conhece bem nem o próprio gozo. Já as outras primeiras vezes no sexo, apesar dos desencaixes naturais, costumam ser momentos de tesão intenso, difíceis de serem revividos ou reproduzidos.

Mesmo que a gente leve um pé na orelha, que o orgasmo venha descompassado, a excitação da novidade, da descoberta daquele corpo, é uma sensação inebriante que, no caso da mulher, funciona como o mais potente de todos os lubrificantes.

Os homens que gostam de um território encharcado precisam saber aproveitar este momento de abundância espontânea em que qualquer palavra falada ao pé do ouvido vira mais uma gota. É nesse dia que as preliminares podem se resumir a apenas um olhar safado, em que todos os manuais de sexo tornam-se obsoletos.

Quando o desejo escapa pelos poros, quando a vontade está perto de se concretizar, até o medo e o nervosismo se liquidificam. Na primeira vez, todos os fluidos ficam deliciosamente descontrolados.

Não há roupa ideal para esse dia. Se visto calças, sinto-me impelida a toda hora olhar para baixo para ver se o tecido não está encharcado e tenho a impressão que meu cheiro está em toda parte. Se visto saia ou vestido e percebo a calcinha ensopada, temo molhar uma cadeira, por isso o melhor é continuar em pé.

Para aqueles que adoram uma buceta pingando, a primeira vez deveria ser reverenciada, desfrutada desesperadamente a cada segundo molhado. Claro que, felizmente, a fonte a não seca, mas essa sensação de tromba d’água que surge espontaneamente, sem esforço, nem sempre volta.

Esse é o momento de lambuzar até a sobrancelha, sentir a calcinha dela literalmente embebida de tesão, deslizar a ponta dos dedos pelos grandes lábios e senti-los se abrindo naturalmente, de se meter em um espaço perfeitamente pronto, de ouvir todos os sons encharcados.

Por mais que os homens também desfrutem da excitação do início, do primeiro contato, o efeito no corpo deles não costuma ser tão significante quanto no das mulheres. Isso acontece por causa das diferenças entre o desejo masculino e feminino. Sem entrar demais nas explicações científicas, nos homens, o tesão é mais constante durante toda a vida. Já nas mulheres, existem momentos em que o desejo é mais forte, sendo o da fase da conquista um dos mais intensos.

Nem preciso concluir dizendo que, quanto mais desejo, mais excitação e, consequentemente (se não houver nenhum problema), mais lubrificação.

A primeira vez não precisa ser literal, uma única vez com alguém novo. Pode virar até algumas primeiras vezes com esse mesmo alguém, porém o efeito inundação é limitado. Com a curiosidade saciada e a conquista efetivada, a excitação segue um ritmo mais preguiçoso. Os fluidos passam a brotar a conta-gotas. Só um olhar já não basta, é preciso muito mais manobras e saliva.

Claro que, para compensar, existem todos os prazeres e as delícias da intimidade de um bom comfort sex, de trepar com alguém que se ama, ou pelo menos se gosta, de estar com alguém que já leu seu manual e sabe quais botões apertar, entre muitas outras razões que fazem o sexo valer a pena nos relacionamentos de longa duração. Mas isso não tira, pelo menos para mim, o pedestal da primeira vez ou das primeiras vezes.

Não sei como as pessoas podem viver sem nunca mais voltar a essa sensação.

Seria incrível poder reviver o tesão da primeira vez com alguém que já conhece o seu corpo, mas não dá.

A biologia é injusta.

O cérebro e os hormônios respeitam mais nossos desejos primitivos do que racionais. Se não há outra forma de reproduzir as sensações da primeira vez a não ser vivendo outras primeiras vezes, esse é o caminho que escolho seguir. Sou viciada nos prazeres espontâneos da primeira vez e não aceito me tornar refém da saliva.

Ainda não aprendi a viver sem tesão líquido.

Fonte: Francesinha (criadora do site “Para Pensar em Sexo).

Sexo por mulheres: “é melhor engolir do que sujar o cabelo”.

0

Go to Top