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Revitalizar a saúde, a educação e as pessoas é tão importante quanto revitalizar praças.

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Atualmente mais de uma dezena de Praças públicas na cidade de Contagem foram revitalizadas e entregue à população. A prefeita Marília Campos diz que a idéia das revitalizações “é a de levar as comunidades a preservação dos espaços verdes, área de encontro de pessoas e que a comunidade ajude Prefeitura a preservar e conservar o espaço depois da reforma”, recomenda a prefeita.

Não há nem um problema nisto. O problema é que falta também por parte da Prefeitura um enfrentamento dos problemas relacionados à educação, saúde e a segurança das pessoas. Há pouco as Escolas Municipais estavam fechadas ou com o funcionamento reduzido porque os professores não tinham vale-transporte para irem de casa para o trabalho (a escola).

É muito comum a reclamação da população pela falta de médicos nos Centros de Saúde do Município. Há super lotação dos postos de urgência e emergência e no Hospital Municipal.

 

É muito comum também encontrar ruas e avenidas sem rede de esgoto instalada e com mato sobre os passeios.

Hoje, mais de 50 mil alunos da rede municipal foram afetados pela paralisação dos professores. Os manifestantes da Educação realizaram uma assembléia com o objetivo de definir o “movimento grevista” para o início de maio. A principal reivindicação da classe é o reajuste salarial de 34% sobre o valor atual – R$ 1.332, 00.

 

 

 

 

 

 

Aécio Neves, Anastasia, Edmar Moreira e o discurso da moralidade!

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O discurso da moral, qual?

Conhecido como “O Deputado do Castelo“, Edmar Moreira assumiu cargo em uma Empresa do Governo de Minas, vinculada à Secretaria Estadual da Fazenda.

Indicado pelo Governador Antonio Anastasia (PSDB), ele terá ganhos salarial de pouco mais de R$ 11 mil.  O ex-deputado federal Edmar Moreira, ganhou fama nacional após suspeitas de não ter declarado à Receita Federal um castelo avaliado em R$ 25 milhões em São João Nepomuceno, 300 quilômetros de Belo Horizonte. Ele foi nomeado para o cargo de diretor executivo na empresa estatal Minas Gerais Participações (MGI).

Anastasia disse que “o procedimento foi cumprido de acordo com a legislação e o objetivo agora é continuar governando bem, com tranquilidade e serenidade”.

Lembra do discurso moralizador do então “padrinho político” de Anastasia, o senador Aécio Neves?

Então, a nomeação polêmica de Anastasia despertou o ânimo da oposição na Assembleia e o senadorAécio Neves (PSDB-MG) foi citado.

O senador Aécio critica que o PT faz governo para a companheirada. E o Anastasia faz um acerto político para o projeto político do Aécio em 2014. Minas Gerais está pagando a conta de uma aventura aecista. Anatasia tem que desvencilhar-se deste fardo que o Aécio colocou nas costas dele, que cabe até castelo”, ironizou o líder do bloco de oposição, “Minas sem Censura”, deputado estadual Rogério Correia (PT). Aécio, ex-governador de Minas, não foi encontrado para comentar as declarações de Correia.

Na sua opinião a ação tomada pelo Governador de Minas está dentro dos princípios morais e éticos de cidadania política?

 

 

Minas, “olhe bem por detrás das montanhas”! Dilemas de um “peixe” bem vendido.

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A seguir um ensaio fotográfico de Ricardo Bastos,(*) um trabalho belo e necessário. Como o “belo” é sempre aquilo que nos chama à atenção ou por vezes o traço que contrasta com sua própria definição. A Minas que vemos e ouvimos falar, de sua gente, das belas montanhas, das belas cidades históricas, etc. A Minas de nossa gente, feliz e alegre? Uma pergunta: para onde vai a riqueza desta exploração? Por aqui, não se vê. Pelo menos em parte da “Minas de nossa gente”. Minas, um peixe belo.

Itinga, Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais…

Por Ricardo Bastos - Itinga, Vale do Jequitihonha, Minas Gerais (também)

Por Ricardo Bastos - Itinga, Vale do Jequitihonha, Minas Gerais (por detrás das montanhas o que se vê é horrendo)

Olhe bem as montanhas…

Por Ricardo Bastos, "onde estás tú montanhas"?

Por Ricardo Bastos, "das minas de ouro, das montanhas gerais..."

(*)Ricardo Bastos é fotógrafo e professor universitário. As suas lentes revelaram acima o que para muitos é irrelevante.

Mais dinheiro para os deputados estaduais de Minas gastarem com aluguel de carros.

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R$ 7 mil por mês. É o valor que cada deputado mineiro vai gastar com aluguel de carros com data retroativa a partir de 01 de fevereiro de 2011. Mas é proibido usar o dinheiro para pagar IPVA, taxas e seguro obrigatório. Uma coisa é proibir, outra é punir quando não se cumpre tal proibição.

Os carros preferidos dos nossos representantes “assembleianos” são Punto e Corolla, ao custo de aluguel na casa dos R$ 3,8 mil no mercado mineiro.

CSS (coisas sem sentido): na cadeia dos responsáveis pela educação de nossos filhos, o professor, um dos principais responsáveis, precisa fazer fazer greve para obter os rendimentos de salário nas cifras dos R$ 1,187 mil – faz sentido ou não?

Assassinato no Aglomerado da Serra: punição.

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Do Blog do Beny,

O inquérito sobre as mortes de dois moradores do Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte, vai ser entregue à Justiça Militar nesta manhã de quarta.

A Corregedoria da PM indiciou 12  policiais, todos do Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam), por  envolvimento no assassinato de Renilson Veriano da Silva, de 39 anos, e do sobrinho dele,  Jeferson Coelho da Silva, de 17, em 19 de  fevereiro.
Dos 12 indiciados, três já estão presos: os soldados Jason Ferreira Paschoalino, Jonas David Rosa e Adelmo Felipe de Paula  Zuccheratte. Dois deles, Jason Ferreira Paschoalino e Jonas David Rosa, vão  responder a processo por homicídio, e Jason também será processado por  falsidade ideológica. Já o soldado Adelmo Felipe, que dirigia o carro da PM, será  indiciado por prevaricação, que é crime cometido por servidor público.  O cabo Fábio de Oliveira, que também participou da ação desastrada, teve a possibilidade de punição extinta, em consequência da morte dele na cadeia, cujas circunstâncias estão sendo investigadas, para se comprovar ou não a tese do suicídio.

Os  outros oito militares indiciados não participaram diretamente da ação, mas irão  responder a processo por prevaricação – pelo fato de terem contribuído com o esquema montado para justificar o tiroteio e a ação da polícia no aglomerado. Dois foram também indiciados por falsidade ideológica. Os oito seguem trabalhando normalmente, não serão afastados.

O juiz militar irá encaminhar o processo ao Ministério Público Estadual Militar, que terá cinco dias para apreciar o conteúdo e oferecer ou não denúncia.
A Polícia Militar fez o que devia. Deu a resposta rápida que a sociedade exigia, sem compactuar com o crime nem adotar atitude corporativista. Agindo assim, reforçou a imagem de uma instituição centenária, sólida, pronta para atender os mineiros.
Não é o que se espera de um policial militar, mas é compreensível que, entre 60 mil integrantes, eventualmente haja deslizes de caráter e gente que contraria os princípios para os quais e pelos quais a Polícia existe. O importante é que a reação oficial se deu prontamente, de modo a provar que as pessoas passam, mas a corporação segue firme seu caminho. Para alívio da população, que precisa e deve confiar na PM.
Agora, vamos ver o que diz a Justiça e se fica comprovada a culpa dos indiciados.

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Moradores de Lagoa Santa mobilizam contra a expansão da Cimentos Liz

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Da Rede Rio das Velhas

Amigos educadores e ambientalistas mineiros,

Estamos mobilizando simpatizantes e ativistas para fortalecer o movimento de Iniciativa popular da cidade de  LAGOA SANTA – MG.  “Somos contra o processo de licenciamento ambiental para expansão da Cava Minerária de Calcário LIZ”, Vizinha dos bairros Residencial Visão, Aeronautas, Alto Aeronautas, Vista Alegre, Ribeirão da Mata e adjacências em Lagoa Santa.  Esta luta ambiental começou dia 28/02/2011 quando nossas comunidades tomaram conhecimento deste absurdo processo de licenciamento, para um projeto que triplica o tamanho da cava atual (108 ha) aproximando a mina a perigosos 80 metros do bairro e das residências locais; que já sofrem impacto com detonações,vibrações, tremores  de solo,  poeira, trinca nas casas e poluição sonora. Este licenciamento triplica as “operações”(esplosões) no local inclusive com a criação de 3º turno de serviço e transporte, aproxima a mina a perigosos 80 metros do bairro e das residências locais, que já sofrem com esta vizinhança. Haverá enorme supressão vegetal de espécies protegidas; rebaixamento do lençol freático; assoreamento de corpos d’água e lagoas; impactos nos recursos hídricos subterrâneos e cársticos; perdas de sítios arqueológicos; agressão às nascentes do córrego do Cafundó, redução da biodiversidade, destruição de nichos ecológicos de significativa relevância e etc. tudo descrito no RIMA do projeto e tudo ao lado do nosso aeroporto internacional, colocando também em risco a segurança de vôo.Precisamos de Mobilização !

 

Retorno de imigrantes ilegais para Minas deixa Aécio Neves descontente.

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Exclusivo, direto de A Pública

Em conversa com o cônsul-geral americano no Rio de Janeiro, Edmund Atkins, o então governador mineiro, Aécio Neves, colocou-se contrário ao fato de os brasileiros deportados dos Estados Unidos desembarcarem unicamente no Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte.

Por Marcus V F Lacerda, especial para a Pública

“Retornar todos os deportados para o estado de Minas Gerais, quando muitos são de outros estados, faz com que pareça que ‘exportar ilegais’ seja uma marca registrada do estado”, teria dito Aécio, segundo o telegrama de 7 de novembro de 2005.

Para os diplomatas americanos, a notícia de vários mineiros procurando por oportunidades nos EUA pode não causar boa impressão para investidores estrangeiros em Minas Gerais. De acordo ainda com a mensagem, Aécio Neves estava se esforçando, e com sucesso, em trazer investimentos estrangeiros para o estado. “Ele provavelmente está certo em ver os vôos de repatriação como chamariz para instabilidade de emprego, mas, mas certamente este é um problema do país inteiro e não apenas do estado de Minas Gerais”, concorda parcialmente o telegrama com o então governador.

Em 27 de outubro de 2005, um vôo fretado pelo governo americano com 169 brasileiros deportados dos EUA foi impedido de pousar em Confins por Aécio Neves. No dia seguinte, em entrevista ao jornal Estado de Minas, Aécio questionou a forma como os repatriados eram desembarcados no Brasil. “Nós recebemos três vôos de emigrantes ilegais (766 repatriados) e os mandamos para casa”, alertou o governador na matéria citada pelos americanos.

De acordo com estimativas do Departamento de Segurança Nacional americano (DHS) daquele ano, cerca de 170 mil brasileiros viviam em situação ilegal nos Estados Unidos. Mas o número está longe de representar a realidade: fala-se de até 1 milhão de brasileiros vivendo nos EUA. O telegrama aponta que 27 mil encontravam-se em cadeias do Texas presos ao tentar entrar ilegalmente em solo americano e esperando para serem mandados de volta para o Brasil.

Os diplomatas americanos ainda citam dados do MRE que mostram que 50% dos deportados são de Minas Gerais. “Existe este comportamento migratório aqui em regiões de Minas Gerais. Mas não temos dados, apenas estimativas”, disse à reportagem a conselheira do escritório de representação do MRE em Belo Horizonte, Mariane Bravo Leite.

 

 

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